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Liberado o novo trailer de Liga da Justiça

Logo após a liberação de teasers dos membros de Liga da Justiça, a Warner Bros Pictures resolveu nos presentear com o novo trailer do filme. Tendo um anterior divulgado na Comic-Con, a obra tem rendido especulações quanto a sua qualidade, muito embora saibamos que quanto a efeitos visuais a DC normalmente não deixa a desejar, o que estamos mesmo esperando é que o roteiro seja melhor do que seus filmes anteriores e ao que tudo promete, pode ser que eles tenham finalmente acertado a mão.

Repleto de cenas onde a ação predomina e diferente dos filmes da Marvel que são abarrotados de cores e vida, este parece trazer uma onda mais obscura sobre o mundo dos heróis, justamente o que temos esperado das obras da Warner no Universo DC.

Acompanhem o trailer e tirem suas próprias conclusões:

Liga da Justiça estréia em 16 de Novembro de 2017 e tem direção de Zack Snyder.

Gorillaz dá um aperitivo de seu novo disco Humanz

 

Tracklist – Humanz

01 – Ascension feat. Vince Staples
02 – Strobelite feat. Peven Everett
03 – Saturnz Barz feat. Popcaan
04 – Momentz feat. De La Soul
05 – Submission feat. Danny Brown and Kelela
06 – Charger feat. Grace Jones
07 – Andromeda feat. D.R.A.M.
08 – Busted and Blue
09 – Carnival feat. Anthony Hamilton
10 – Let Me Out feat. Mavis Staples and Pusha T
11 – Sex Murder Party feat. Jamie Principle and Zebra Katz
12 – She’s My Collar feat. Kali Uchis
13 – Hallelujah Money feat. Benjamin Clementine
14 – We Got The Power feat. Jehnny Beth

Deluxe edition bonus tracks:

15 – The Apprentice feat. Rag’n’ Bone Man, Zebra Katz, and RAY BLK
16 – Halfway To The Halfway House feat. Peven Everett
17 – Out Of Body feat. Kilo Kish, Zebra Katz, and Imani Vonshà
18 – Ticker Tape feat. Carly Simon and Kali Uchis
19 – Circle Of Friendz feat. Brandon Markell Holmes

Humanz, chega às lojas e aos serviços de streaming no próximo dia 28 de abril.

Cidadão Incomum: Livro reflete maturidade e poderes de um super-herói paulistano

O que você faria se descobrisse que tem superpoderes? Ajudaria aos outros ou desfrutaria uma vida de privilégios? Como a sociedade reagiria a você? O fato de ter poderes lhe dá o direito de agir como um super-herói? Esses e outros questionamentos éticos e morais são propostos pelo escritor e cartunista Pedro Ivo, no livro O Cidadão Incomum, que a Editora Conrad lança agora. A história não se passa num mundo onde super-heróis são possíveis, mas na São Paulo que conhecemos, vista pelo alto, com seus becos escuros, bares e torres iluminadas.

Caliel é um jovem paulistano de classe média aspirante a ator, que enfrenta os desafios de quem procura seu lugar ao Sol. Sensível mas alheio aos problemas do mundo, um dia acorda com poderes inexplicáveis, desses que só acontecem nos gibis, e sua vida perde completamente o controle. Com a ajuda de seu amigo, Eder, Caliel trava uma jornada rumo ao autoconhecimento, enquanto descobre que agir como um super-herói na maior cidade do país pode trazer resultados imprevisíveis. “Hoje mais do que em qualquer época, muita gente por aí está imaginando como seria sua vida se tivessem os poderes do Homem-Aranha ou Superman. Mas se tirarmos todo o glamour da ficção, ter poderes no mundo real pode não ser nada divertido”, diz Pedro Ivo. “O Cidadão Incomum traz todas essas inquietações nerds, mas é também uma história sobre maturidade. Quer dizer, você ganha superpoderes e o melhor que consegue fazer é se vestir engraçado e brincar de super-herói? Sério?”. Finaliza.

Ainda segundo o autor, O Cidadão Incomum é fortemente inspirado nas grandes teorias da conspiração e casos da ufologia. “Existe um universo obscuro de óvnis, luzes no céu e casos de acobertamento que intriga o imaginário coletivo. Já pensou se 1% de tudo o que está nos relatórios da Operação Prato e do que foi investigado sobre o E.T de Varginha realmente aconteceu? Mesmo fora da esfera fantástica, estamos sempre com a impressão de que a realidade não é bem o que nos mostram. E é este clima de intriga, de busca pela verdade e do absurdo que flerta com a realidade, que compõe a espinha dorsal da obra”, reintera o autor.

O Cidadão Incomum é o primeiro de uma trilogia e terá seu universo expandido também em quadrinhos. O objetivo do autor é apresentar uma nova estirpe de heróis e vilões nacionais. “O poder educacional dos super-heróis é imenso e merece ser mais explorado. No universo que estamos apresentando, cada herói ou heroína terá a sua luta, sua representatividade, mas sem perder o foco da diversão, da sobriedade e, por que não, do otimismo. Podemos ser realistas sem sermos demasiadamente sombrios e chatos”. Mas por enquanto o foco é em Caliel. Um herói paulistano da gema, que poderia ser qualquer um de nós. Afinal, São Paulo, com toda a sua arquitetura e segredos, merece um protetor à altura.

Sobre o autor: Pedro Ivo é cartunista, escritor e redator. Trabalha na criação de conteúdo para marcas e empresas, aliando storytelling e quadrinhos, além de apresentar o Canal do Pedro Ivo no YouTube, onde fala sobre a filosofia por trás das obras do universo geek.

Serviço:

Livro: O Cidadão Incomum

Autor: Pedro Ivo

Editora: Conrad

Páginas: 240

Preço: R$ 34,90

Projeto da Kingston no Instagram mostra histórias inspiradoras captadas por fotógrafos profissionais

Da foto posada, feita em estúdio com lente profissional e iluminação perfeita, ao flagrante captado pelo celular, a fotografia sempre conta uma história. Para ajudar a contar algumas dessas histórias, a Kingston criou o projeto Memória Marcante, já disponível no Instagram www.instagram.com/kingstonbrasil. Trata-se de uma série fotográfica que registrará histórias surpreendentes e inspiradoras de pessoas conhecidas por fotógrafos em suas viagens pelo mundo. A cada semana, o Memória Marcante trará três fotos sobre a mesma história e uma breve entrevista com os personagens, realizadas pelos fotógrafos Patricia Schussel Gomes, Brian Baldratti e Paulo del Valle. Posteriormente, algumas histórias formarão vídeos fotográficos que serão postados no canal de YouTube da Kingston Brasil.

            A série começou com a diretora de arte, fotógrafa e nômade assumida, Patricia Schussel Gomes, Instagram @patchinpixels, contando a história da também fotógrafa Tamara Wagner, que, com rara sensibilidade, registra crianças com qualquer tipo de deficiência e usa a fotografia para levar alegria e promover a inclusão social.

            “Quando a Kingston me convidou para participar e explicou como seria o Memória Marcante, eu achei incrível. A fotografia tem o poder de eternizar momentos, e o projeto consegue, por meio de uma plataforma na internet, justamente chamar a atenção para a força dessa arte e trazer memórias marcantes através das imagens registradas”, diz Patrícia.

            A segunda história da série é contada pelo psicólogo, blogueiro e fotógrafo viajante Brian Baldratti, Instagram @isthisreal. Brian registra a história do casal de idosos holandeses, Greetje e Herman van Westering, conhecidos em Carambeí, no Paraná, pelo amor e união duradoura e pela Kombi que possuem há mais de trinta anos e é famosa na pequena cidade.

            “Fotografia para mim é sinônimo de liberdade e amor. Eu quero que minhas fotos não sejam apenas imagens, mas algo que transmita sentimentos”, diz Brian Baldratti que gosta de fotografar pessoas com histórias de superação e paixão. “É gratificante conhecer as histórias por trás das imagens e poder compartilhar com os seguidores as memórias marcantes das pessoas que eu conheço durante minhas viagens pelo mundo”, completa Baldratti.

            A terceira história, ainda inédita, será contada pelo designer, fotógrafo e youtuber Paulo del Valle, Instagram @paulodelvalle, e será sobre Manoel Maria, que aos dez anos vendia jornais na rua para ajudar a família no Pará, superou as dificuldades, realizou seu sonho e tornou-se jogador profissional do Santos FC e da Seleção Brasileira.

            “Eu sempre tive vontade de fazer este tipo de trabalho, ou seja, o de retratar histórias marcantes, e achei muito legal a ideia da Kingston. O projeto Memória Marcante tem uma forte ligação com a empresa, que sempre desenvolveu produtos em que as pessoas podem guardar seus momentos preferidos”, diz Paulo del Valle.

            O projeto Memória Marcante pode ser acompanhado no Instagram da Kingston Brasil: www.instagram.com/kingstonbrasil. A ação também terá suporte no canal oficial da Kingston Brasil no YouTube, www.youtube.com/user/KingstonTechnologyBR.

            Mais informações sobre a Kingston estão disponíveis em www.kingston.com.br.

 

Sobre os fotógrafos:

 Patricia Schussel Gomes@patchinpixels (38,2 mil seguidores no Instagram)

Patricia é diretora de arte, fotógrafa, nômade assumida e escreve e fotografa para o blog Mochilando.

 

 

Brian Baldratti@isthisreal (74,6 mil seguidores no Instagram)

Brian é psicólogo, fotógrafo e escreve sobre suas viagens no blog Mochilando.

 

 

Paulo del Valle@paulodelvalle (347 mil seguidores no Instagram)

Paulo é fotógrafo, viajante e youtuber no canal Paulo del Valle, em que fala sobre fotografia, apresenta tutoriais, dá dicas e faz reviews de produtos e aplicativos.

 

 

 

 

Ballistic Overkill será lançado no dia 28 de Março para PC, Mac e Linux

O Aquiris Game Studio tem trabalhado por 2 anos no FPS online baseado em classes Ballistic Overkill, que já vendeu mais de 50.000 cópias e conquistou 84% das reviews positivas na loja do Steam. O estúdio brasileiro acaba de anunciar que o jogo está pronto para o lançamento!

A história do desenvolvimento do Ballistic Overkill não é muito típica. Originalmente conhecido como um jogo F2P popular para navegadores, a desenvolvedora Aquiris Game Studio identificou que o jogo era mais apropriado para uma experiência premium na Steam, com o foco no que fazia o gameplay do jogo justo e competitivo, sem nenhuma microtransação. Este processo levou 20 meses de trabalho constante (14 deles no Acesso Antecipado). Tendo atraído mais de 5 milhões de jogadores enquanto o jogo estava no Facebook, o passado F2P do Ballistic tem sido uma faca de dois gumes para a Aquiris, que precisou educar os jogadores do F2P para entenderem porque a versão paga de seu jogo favorito valia a pena. Mas as coisas finalmente terminaram bem para o projeto como se pode ver em várias análises de usuários no Steam:

“Ótimo jogo, já havia jogado quando era gratuito no navegador, mas agora o jogo melhorou muito, gameplay, gráficos, etc, mas o que eu mais gosto é que agora você desbloqueia as armas enquanto evolui de nível e não é necessário gastar dinheiro real para comprar armas melhores.” rick.dias.prates

“Não estive tão feliz com um shooter desde os dias gloriosos de COD:MW e COD:MW2”. tgm

“Não pensei que poderia gostar tanto de um jogo de FPS. Gameplay é acelerado e mesmo assim tático com tantas classes e combinações de equipamentos. Também gosto bastante do estilo artístico e visuais em geral.” Micha.

“Casos recentes como de Super Mario Run provaram que é perigoso misturar jogos premium com audiências F2P. No nosso caso, Ballistic Overkill provou que jogadores Free to Play podem ter dificuldades em entender as motivações e vantagens em transformar seu amado jogo free to play num modelo premium. Esse é um jogo totalmente baseado em skills, menos apropriado para um modelo de negócio Free-to-Play. Funciona melhor como uma experiência na qual os players tem todos o acesso ao mesmo armamento e ele está balanceado de forma bem cuidadosa.” – Lucas Zanenga, Game Designer.

Essa transição foi possível graças a política de atualizações contínuas e um contato próximo com uma pequena, mas muito dedicada comunidade de gamers de todos os cantos do mundo que vieram do modelo Free to Play. Desde nosso fórum e os canais de Twitter e Facebook, eles nos ajudaram a construir uma página na Wiki e estão em contato conosco todos os dias através do Discord.

“Foi um longo caminho desde que a gente disponibilizou o jogo no Acesso Antecipado em Outubro do 2015 (quando o Jim Sterling jogou ele no seu video “Ballistically Overkilled”), desde então a gente tem melhorado muito o produto, vendendo mais de 20K cópias e conseguimos permanecer entre 78-83% de análises positivas no Steam. Contamos além com vídeos de review muito bons feitos pela comunidade de youtubers.” – Jean Martins, Community Manager.

Uma nova fonte de energia foi descoberta há 15 anos atrás. Limpa, segura e abundante, esta energia mudou os rumos do planeta. O ano é 2035 e uma guerra secreta foi exposta pela primeira vez…

Foi mais rápido do que qualquer um poderia imaginar. Cientistas encontraram uma bactéria que vive nos lugares mais extremos e remotos do planeta capaz de fazer uma forma estranha de fotossíntese, liberando hidrogênio gasoso como bioproduto. Para um cultivo artificial em grande escala, queimar H2 apresentaria ao mundo uma nova era de energia limpa tendo a água pura como bioproduto. Percebendo que sua hegemonia estava em risco, as mega corporações de óleo fizeram uso da sua influência sobre a política global e certificaram-se de que este avanço fosse mantido sob o seu estrito controle.

A MFA reivindicou o monopólio desta tecnologia, regulando a distribuição, produção e pesquisas aprodundadas, afirmando que essa seria a melhor maneira de providenciar o acesso a todos. Muitos outros grupos privados não concordaram com os termos deste monopólio, a opinião deles era de que apenas o livre mercado poderia verdadeiramente defender os interesses das pessoas sem a corrupção descontrolada das organizações políticas.

A guerra começou quando ataques anônimos de mercenários foram lançados em várias fábricas da MFA no mundo, todas relacionadas com atividades governamentais. A própria MFA não queria que informações sobre suas ações fossem divulgadas, então revidou o ataque com suas próprias forças mercenárias. Estes mercenários são lutadores desconhecidos altamente treinados de todas as partes do planeta. Eles não possuem nenhuma lealdade além daquela firmada em contrato e nenhum interesse além de concluir a missão dada. São dois lados numa guerra escondida da atenção do público.

Tectoy lança Atari Flashback 7, baseado no icônico Atari 2600

O Atari está de volta. Febre no Brasil na década de 80 e um dos videogames mais populares de todos os tempos, o modelo Atari Flashback 7 vem com 101 jogos na memória, entre eles clássicos como Centipede, Frogger e Space Invaders.  O Atari Flashback 7 chega ao mercado a partir de hoje, 22/03, pelas mãos da Tectoy, empresa ícone do mercado de entretenimento,  com preço sugerido de R$ 499,00. Quem quiser adquirir seu exemplar pode acessar o site www.tectoy.com.br

Produzido na fábrica da Tectoy em Manaus, com licença exclusiva para todo o território nacional, o Atari Flashback 7 tem o  memorável design do Atari, com estrutura na cor preta e  detalhe simulando  madeira, exatamente como no modelo original, símbolo da cultura pop. O Atari Flashback 7 também vem com dois joysticks com fio, clássicos do Atari, com saída de áudio e vídeo para conectar à TV e manual de instruções.

O Atari Flashback 7 remete à primeira versão de 8 bits do Atari, aquele que foi lançado em 1977 nos EUA e que chegou ao Brasil em 1983”, conta Tomas Diettrich, CEO da Tectoy. “Temos certeza que aqueles que adquirirem o Atari da Tectoy irão reviver uma experiência única dos videogames nos anos 80.”

 Características técnicas – Atari Flashback 7 

Sistema Bi-volt automático: 110/220 Volts

Consumo: 1,7W

Sistema PAL-M

Saída AV Mono

Preço: R$499,00

Cube Team representará o Brasil no Paladins Masters,  nos Estados Unidos

O Brasil já tem seu representante no Paladins Masters, evento internacional da liga profissional do jogo Paladins: Depois de vencer o primeiro split da liga profissional brasileira, é o Cube Team que estará na sede da Hi-Rez Studios, em Atlanta/EUA, entre os dias 6 e 9 de abril, disputando com os melhores times do mundo a premiação total de US$75 mil. O prêmio é oferecido pela própria Hi-Rez Studios, desenvolvedora do game de tiro em primeira pessoa.

Com a classificação para o Paladins Masters, o Cube Team já garantiu US$2,4 mil, além das viagens de todos os integrantes do time para Atlanta, cujas despesas serão custeadas pela Hi-Rez Studios. Se vencerem a competição internacional, receberão mais US$25 mil. Uma curiosidade da equipe brasileira é que é a única do Paladins Masters a contar com uma mulher no time, a jogadora Vitória “Ruukia” Cecilia.    

“Estamos confiantes que podemos trazer o título para o Brasil. Esperamos encontrar uma competição de alto nível, muito difícil, mas nada que não possamos superar com treino e dedicação. Daremos nosso melhor”, disse Rodrigo “SrMagnata” Fernandes, coach do Cube Team.  

O Paladins Masters reúne os melhores times dos Estados Unidos, Europa, América Latina, Oceania e Brasil, e os interessados poderão acompanhar as partidas ao vivo pelos canais da Hi-Rez no Facebook eTwitch .

Quem quiser ver e rever as partidas da Brazil Gaming League de Paladins que garantiram a classificação do Cube Team ao torneio internacional pode acessar o eSports Pro Br , o portal oficial de notícias de Paladins no Brasil. 

SAGA lança série de oficinas gratuitas de computação gráfica

A SAGA, maior rede de escolas de desenvolvimento de games, arte digital, design e efeitos visuais do país, tem uma grande novidade para quem deseja trabalhar com computação gráfica e ainda não escolheu a área de atuação ou não sabe por onde começar. Já estão abertas as inscrições para três novas oficinas gratuitas que ensinarão técnicas importantes para futuros profissionais da indústria do entretenimento: produção em 3D, edição de imagem e desenvolvimento de games. As oficinas serão oferecidas mensalmente nas onze unidades da SAGA espalhadas pelo Brasil e as primeiras turmas começam em abril.

Para participar, os interessados devem acessar www.saga.art.br/oficinas/, selecionar uma das unidades da escola, escolher a oficina de sua preferência e preencher a ficha de inscrição. Os selecionados serão contatados pela SAGA, que também informará as datas e horários das atividades. Cada oficina terá duração de oito horas, divididas em quatro aulas, e, ao término, os alunos receberão um certificado SAGA reconhecido pela Adobe e Autodesk. As oficinas começam sempre na segunda semana do mês vigente e terminam na primeira do seguinte. Já as inscrições podem ser feitas até o último dia útil do mês anterior ao início das aulas. A oficina para quem se inscrever até o dia 31 de março, por exemplo, começará na segunda semana de abril e terminará na primeira de maio.

            As vagas são limitadas e os inscritos que não forem selecionados para participar de uma turma poderão se inscrever novamente.

 Saiba mais sobre as oficinas:

            A oficina Produção 3D introduz o universo da arte tridimensional por meio das principais ferramentas do software Autodesk Maya, utilizado, por exemplo, na criação de cenários 3D. Os participantes aprenderão sobre o uso da interface, movimentos de câmera, tipos de iluminação, cores, reflexos e renderização, além de fazer uma série de exercícios relacionados aos temas. Ao final da oficina, cada aluno terá desenvolvido um ambiente em 3D, uma das atividades ensinadas nos módulos 3D do Playgame – curso de desenvolvimento de games da SAGA –, e do Start, curso que ensina desde noções básicas de computação gráfica até módulos de animação e efeitos visuais.

            Já a oficina Edição de Imagem ensina a usar o Adobe Photoshop, principal software de edição de imagens digitais e o mais utilizado por profissionais desse mercado. O aluno aprenderá a tratar fotos corrigindo cor, brilho, luz, sombra, contraste, textura e imperfeições, além de técnicas de fotografia em retrato, planejamento fotográfico, maquiagem digital, criação e remoção de volumes e finalização. O conteúdo dessa oficina faz parte do curso Start.

            Por fim, a oficina Cenário de Games, como o nome sugere, é dedicada ao desenvolvimento de cenários de jogos eletrônicos. Além de técnicas de criação de ambientes, os alunos aprendem como importá-los para dentro de um jogo de maneira funcional e a utilizar a ferramenta Landscape Editor e o motor gráfico Unreal Engine 4, criado pela Epic Games e usado no desenvolvimento de jogos como Gears of War 3 e Mass Effect. O conteúdo das aulas faz parte do curso Playgame.

            Para mais informações sobre a SAGA, seus cursos e oficinas gratuitas, visite www.saga.art.br.

Level Up promove competição de Warface exclusiva para público feminino no Dia das Mulheres

Em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, a Level Up realiza hoje, 8 de março, a partir das 19h, o Mix Feminino da Liga Competitiva de Clãs, um campeonato de Warface exclusivo para o público feminino e que distribuirá 400 mil WarCASH (a moeda virtual do jogo) às três melhores equipes. A competição será transmitida ao vivo pelos canais oficiais da LCC no Twitch e no YouTube.

O Mix Feminino da Liga Competitiva de Clãs será disputado por times de cinco jogadoras reunidas aleatoriamente em lines, como são chamadas as equipes de Warface. A competição será realizada em sistema de eliminação simples, em que os perdedores de cada duelo deixam o torneio. A line campeã receberá um prêmio de 200 mil WarCASH, a segunda colocada 150 mil e a terceira 50 mil.

Warface é um jogo de tiro em primeira pessoa gratuito desenvolvido pela Crytek e distribuído no Brasil pela Level Up. Lançado em 2013 para PC, o game foi reconhecido pelo Guinnes World Records como o jogo com o maior número de players conectados simultaneamente em um servidor FPS.

Mais informações sobre Warface estão disponíveis em http://warface.uol.com.br/.

Geekology: o pulo do Mario

Queridos geeks, hoje resolvemos falar de algo que muitas vezes passa despercebido por nós, que crescemos dentro do universo dos games: o pulo do Mario. Afinal, fomos alfabetizados dentro da linguagem do videogame; antes mesmo de sabermos falar um bom português, já estávamos com um joystick na mão. Hoje em dia, apesar de a nossa geração discutir o conceito de arte em games, ganhar milhões de dólares no universo dos games, seja no League of Legends ou o exemplo do jovem bem-sucedido Igor Kurganov em outros jogos, todos nós provavelmente começamos nesse mesmo lugar: colocando o personagem da Nintendo para pular.

O encanador italiano mais conhecido de todos os tempos, como a maioria dos geeks aqui deve saber, começou sua trajetória há mais de 30 anos, no já distante ano de 1981, no jogo Donkey Kong. Foi lá que Mario (ou Jumpman, como era chamado) deu seus primeiros pulos, e é esse mesmo pulo que o mantém como uma das maiores franquias da indústria.

Mario no jogo Donkey Kong

Primeiramente, todo e qualquer jogo do Mario é sobre pular. Já parou para pensar nisso? Nada, absolutamente nada que acontece nos jogos não passa pela habilidade de pulo. É a mecânica básica do jogo; o ponto de partida de toda e qualquer interação que o personagem tem com o mundo ao seu redor. Seja para conseguir moedas, interagir com blocos, derrotar inimigos, o pulo é a forma que Mario faz tudo que deve fazer. No universo dos jogos, essa mecânica básica é chamada normalmente de “verbo”. O verbo nada mais é do que a reação no jogo de um comando específico de um botão. Se eu aperto A e o personagem pula, este é meu verbo.

É justamente por causa desse verbo tão básico, pelo menos na nossa visão de gamers mais experientes, que a franquia da Nintendo se mantém até hoje como um dos gigantes da indústria. Afinal, se é só sobre o pulo, o que muda de jogo em jogo? Bom, certamente não é uma profundidade narrativa, ou uma mudança drástica no tom e gênero de cada parte da franquia. Não vai ser um Super Mario no estilo de Grand Theft Auto que vai trazer a novidade para cada título do catálogo do personagem.

Mario pulando Super Mario Bros Snes

O grande mérito desse verbo tão simples é sua versatilidade. Tudo bem, que você ao apertar A faz o Mario pular nós já entendemos. Só que se você apertar A por mais tempo, ele pula mais alto. Se você aperta duas vezes em sucessão, ele pula duas vezes. Se combinar com outro movimento, ele dá uma “bundada” no chão. O verbo em si – A para pular – faz muito pouco. É a essência do jogo, mas porque estes verbos se misturam com todas as outras variáveis, como outros verbos e direcionais, por exemplo, temos um leque gigantesco de ferramentas para aplicar em cada situação apresentada pelo jogo. É essa versatilidade de uma mecânica tão básica e enraizada na construção do jogo que faz do principal mascote da Nintendo um gigante no universo dos games.

Mais do que a versatilidade, os desenvolvedores da Nintendo tem uma coisa crucial em mente: entender e saber fazer todas as combinações desse verbo não são cruciais para que um jogador conclua um determinado jogo. Um entendimento básico do pulo permite que todos aqueles que se interessarem pelo jogo possam terminá-lo. O entendimento avançado, a precisão na execução dos movimentos são um bônus para os que estão dispostos a investir mais tempo na compreensão do jogo, seja para conseguir todas as estrelas no Super Mario Galaxy, ou para abrir todos os caminhos da estrela (Star Road) no Super Mario World.

Mario 3D

O pulo do Mario nada mais é do que uma mecânica simples encrustada tão profundamente dentro do conceito narrativo da série que se torna quase imperceptível. Pular é, e sempre será, a forma de Mario conhecer o mundo e vencer os seus obstáculos. A cada item que o Mario coleciona, seja a pena, ou o cogumelo, o pulo dele vai se modificar, seja no alcance ou duração, e só isso já adiciona uma nova dinâmica àquele momento do jogo.

Esse simples verbo é a definição do que é o Mario, e através das décadas, só vimos mais e mais variáveis em cima dessa mecânica essencial. Mal posso esperar pelas novas formas de abordagem que os brilhantes desenvolvedores da Nintendo trarão para essa mecânica tão consagrada.

Curtiu o post de hoje sobre a importância e versatilidade do pulo do Mario? Conte mais curiosidades, compartilhe a sua opinião, deixe sugestões para o próximo Geekology! Quer um pouco mais da obra? Aqui no Geek Vox já rolou até galeria de fotos do backstage da produção, confere aqui no link.


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