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ESL chega ao Brasil e já anuncia torneios nacionais de eSports para 2016.

Alô Geeks! Rizzato na área.

Nesta quarta-feira (27) o Geek Vox foi convidado pela ESL para o anúncio de sua chegada no Brasil, durante a Campus Party.

A apresentação foi CURTÍSSIMA e teve seu ~ponto alto~ em um vídeo em que o Gabriel “FalleN” Toledo, capitão da Luminosity Gaming (time brasileiro de CS:GO que treina e compete no EUA) e melhor AWP que já vi jogar ~fanboy alert~, afirma que a chegada dos campeonatos da ESL por aqui será primordial para o crescimento da modalidade.

FalleN aproveitou para dizer o quanto me respeita quando a gente joga umas rankeds juntos.

FalleN aproveitou para dizer o quanto me respeita quando a gente joga umas rankeds juntos.

Nos poucos minutos que tivemos, Spike Laurie, diretor-geral da ESL Reino Unido, afirmou que teremos competições de League of Legends, Hearthstone e Counter-Strike: Global Offensive. Anunciaram também um estúdio brasileiro, narração em português e R$ 80 mil em prêmios.

“Nós planejamos um forte investimento para promover e engajar a audiência de eSports brasileira. Nosso objetivo é termos um campeonato nacional ESL Brasil no futuro. Este é um mercado que possui muito potencial.

A ideia deles é começar com competições on-line em março, para todos os players interessados (profissionais e amadores), e depois continuar com os mais bem colocados em julho. Nas finais eles planejam ter eventos presenciais.

Por fim, mas não menos importante, veio a broxada máxima: a ESL ainda não tem planos para trazer a Intel Extreme Masters para o Brasil (AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH…). Disseram que tem grandes expectativas na região e que dependem de um bom feedback da audiência.

E sobre outros jogos? Alguém disse DotA 2? Mesma resposta. Querem o feedback da galera.

Se interessou? Quer assistir ou até mesmo participar? Nada de site local ainda. A única resposta deles é “nos sigam nas redes sociais”.

Rizzato desligando.

Rizzato Viu – Star Wars: O Despertar da Força

Alô Geeks!
Rizzato na área desejando que a Força esteja com vocês.

Ontem assisti Star Wars mas não quis escrever nada, porque no hype eu poderia ser injusto.
Ainda estou no hype, só vou entender se gostei ou não de verdade daqui umas 3 assistidas, mas abaixo vou colocar meus sentimentos (SEM SPOILERS) sobre o filme.
Se saber se gostei ou não (e do que gostei ou não) não é para você, pare de ler aqui.

  • É possivelmente o melhor filme de Star Wars até aqui.
  • Gostei muito do estilo do vilão. Tem camadas que vão além de bom/mau, mas não deixa de focar neste quesito (que é um pilar para a trilogia original).
  • Todos os novos personagens são bons. Alguns são ótimos. A Rey é incrível. Simplesmente incrível.
  • Rey fuck yeah! A atriz se mostrou uma estrela. Se daqui para frente ela não fizer mais nada bom fica a constatação de que aqui, neste filme, ela foi espetacular.
  • Todos os personagens originais são bons sem precisar apelar para nostalgia.
  • Han Solo estava maravilhoso. O personagem evoluiu, não é mais o mesmo Han Solo, mas coloco isso como um elogio. Harrison Ford entregou um baita personagem.
  • Sou um grande fã das batalhas entre os caças espaciais. Este filme me fez ficar arrepiado a cada vez que uma X-Wing aparecia. ROGUE (red?) SQUADRON FTW.
  • A trilha sonora não é excepcional, mas é bem boa em algumas cenas chave.
  • A única coisa que eu queria era MAIS MAIS MAIS.

Rizzato desligando.

[Heroes of the Storm] Bug, hack ou exploit? Tassadar destrói core em 1 hit.

Alô Geeks! Rizzato na área pronto pra explorar uns códigos mal escritos.

Nesta segunda-feira (12) um vídeo de replay de uma partida de Heroes of the Storm, MOBA da Blizzard, chamou atenção da comunidade. No vídeo um Tassadar, personagem com foco em dar suporte a outros jogadores e causar dano com suas habilidades, aparece derrotando tropas e mercenários (monstros controlados pelo computador) com apenas um ataque básico. Já seria estranho o suficiente se, somado a isso, ele também não destruísse o Core, estrutura mais resistente do jogo e foco da vitória, da mesma forma.

Veja o vídeo:

Temos três explicações possíveis para o comportamento do personagem: bug, hack ou exploit. Vou dar uma pequena explicação sobre cada um e, no final, você decide.

Bug

Uma falha no código do jogo que causa um comportamento inesperado. Pode ser algo que trave completamente a progressão do jogador, como o personagem morrer sem explicação, ou ficar preso em paredes invisíveis, como pode ser algo mais cômico e inofensivo, como um NPC (non-player character) perder a cabeça.

Um jogo que ficou famoso pelos bugs é o Assassin’s Creed: Unity.

Vários jogos já foram atrasados ou retirados das prateleiras por conta de bugs. O caso atual com mais impacto foi o novo Batman: Arkham Knight.

Hack

Ao contrário do bug, o hack é coisa de filho da p*&@ mesmo. Normalmente o usuário utiliza de softwares ou alterações manuais nos arquivos do jogo para próprio benefício. Diversos jogos sofrem com hackers o que, por muitas vezes, acaba com chances de sucesso de jogos com bastante potencial. Algumas empresas chegam a largar mão de tentar dar suporte ao seu jogo e o larga no limbo.

Lembro de sofrer muito com isso em jogos da Valve no começo dos servidores dedicados.

Exploit

E é aqui que a coisa fica feia. O exploit é o uso, para ganho próprio, de um bug para conseguir fazer algo não esperado pelo game designer. O cara descobre uma falha no código e abusa disso para vencer. Se o jogo for sinlge-player, de boas, né. O cara está estragando só a própria experiência, mas e quando isso acontece em jogos competitivos?

E aí? O jogador de Tassadar foi pego de surpresa pelo bug, usou algum hack ou usou um exploit? Para ajudar na sua investigação repare quanto tempo o jogador ficou AFK. Coincidência?

Rizzato desligando.

Confira alguns indies da BGS.

Alô Geeks,
Rizzato na área pronto para testar alguns joguinhos!

Fiquei mais da metade da visita na BGS desse ano na área dos indies (que segundo a organização está 5x maior!). Eram vários stands pequenos cheios de desenvolvedores mais do que felizes em ficar 15~30 minutos jogando e conversando comigo sobre as criações deles. Vale muito a pena visitá-los! Caso queira ler sobre a feira em geral, vá até meu outro texto.

Infelizmente não consegui conversar nem com metade da galera que estava lá… mas aqui estão os que mais me interessaram.

Horizon Chase

Horizon Chase

Desenvolvedor: Aquiris Game Studio

Porque jogar: é MUITO baseado em Top Gear, inclusive contrataram o mesmo sound designer! O jogo é bem rápido, bonito, com várias pistas e opções de carros.

Ponto fraco: pareceu bem fácil, mas joguei somente duas telas.

O joguinho já está disponível na Apple Store e daqui a pouco chega pra PS4!

My Night Job

my night job

Desenvolvedor: Webcore Games

Porque jogar: o jogo flui bem e tem diversas referências à cultura pop de terros dos anos 80. É bem humorado e os personagens são carismáticos. As mecânicas são criativas.

Ponto fraco: falta um feedback visual melhor quando está apanhando.

Don’t Kill the Knight

Desenvolvedor: Penguin Spot

Porque jogar: é um runner tradicional com visual bem bacana e uma mecânica de “freio” (que faz eles apelidarem o estilo de ~stopper~) que deixa a jogabilidade mais profunda.

Ponto fraco: mesmo com uma mecânica diferente continua sendo mais um runner.

KriaturaZ: o guardião das lendas

Desenvolvedor: Messier

Porque jogar: o projeto é ambicioso. É um jogo de monstros com criaturas do folclore brasileiro com mecânica de batalhas levemente parecidas com pokémon, mas a ideia não para nisso. Eles querem envolver lugares, eventos, marcas, objetos de museus e tudo mais que conseguirem abranger. O jogador então por geolocalização, QRcode ou outro tipo de código ganha bônus, novas criaturas, itens e créditos por visitar, conhecer e fotografar. O projeto ainda envolve um jogo de console com conta vinculada ao mobile, jogo de cartas e de tabuleiro.

Ponto fraco: o protótipo para testar não é nem um pouco animador. O jogo é simplesmente chato e simples demais. Tomara que eles consigam atingir tudo o que estão propondo para o projeto, porque o potencial é grande.

Get Over Here

Get over here

Desenvolvedor: Reload Game Studio

Porque jogar: ótimo party game! As mecânicas são simples, aceita até quatro jogadores locais e os personagens são engraçados. Fácil de ensinar para qualquer amigo que vá te visitar e pode oferecer algumas horas de diversão para a galera.

Ponto fraco: eu gostaria que o botão de ataque respondesse um pouquinho melhor.

O jogo já está disponível na steam e logo chega ao PS4!

Da Wolves

Desenvolvedor: Reload Game Studio

Porque jogar: ok, é oficial. Eu estou apaixonado por esse jogo! É um bullet hell onde você, ao destruir a nave inimiga, incorpora as partes dela na sua própria nave. É uma mecânica muito maneira para um dos meus estilos de jogo favorito! Eu tive o prazer de jogar o alpha do alpha com o responsável pela arte do jogo e deixei o cara até sem graça de tanto elogio, hahahaha. Os design dos personagens me lembrou bastante Kill La Kill (um dos melhores animes disponíveis no Net Flix). Ainda demora um pouco para lançar, mas sem dúvida ficarei de olho.

Ponto fraco: o jogo ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento, ainda não dá para criticar. Tudo que eu pontuei para o desenvolvedor que não tinha gostado ele avisou que ainda receberia ajustes.

Aritana

Desenvolvedor: Duaik

Porque jogar: é um game de plataforma totalmente focado na cultura indígena brasileira. A jogabilidade é super fluida e o controle responde muito bem. Visual bacana e bastante variedade de itens e movimentos.

Ponto fraco: se tirar a questão indígena o jogo é genérico.

MAAAAAS não foi só isso que fiz com a galera da Duaik. Eles também estavam com uma demo desenvolvida para o Oculus Rift! Foi a primeira vez que tive a oportunidade de usar o aparelho e posso dizer que realmente parece o futuro dos games. A experiência foi incrível! É muito imersivo a ponto de você desviar de coisas por instinto ou até esticar a mão para tocar em objetos. Não tem nem como comparar com o 3D que temos hoje no cinema.

Rizzato desligando.

Confira a cobertura do Rizzato na BGS!

Alô Geeks,
Rizzato na área para falar de Brasil Game Show!

Ontem , quinta-feira (08), passei o dia de imprensa da BGS (abençoado seja) inteiro por lá. Tava vaziiii… mas como os ingressos esgotaram para hoje e amanhã (09 e 10) se tu quiser ir vai ter que comprar pro feriado e ainda pode contar que vai enfrentar umas boas filas.

Como eu sou legal já vou dizer logo de cara os pontos fortes, aí tu decide se vale a pena:

  • Stands enormes e cheios de consoles e PCs para testar vários jogos.
  • Stands bem maneiros das melhores marcas para os PC Gameiros.
  • Espaço bem amplo entre os stands pra poder caminhar sem muito contato humano.
  • Área de fliperamas antigos com várias dezenas de máquinas para jogar.
  • Museu com consoles das primeiras gerações.
  • Auditório gigante para o Brasil Game Cup.
  • Uma porção de celebs gringas e nacionais.
  • Bastante variedade de lugares para comer espalhados pela feira.

Foquei minha visita a alguns Triple As que eu queria conhecer e aos Indies. Se quiser ler sobre os jogos nacionais feitos por pequenos estúdios, vai pra esse outro texto aqui, senão fica aqui mesmo e leia minhas opiniões sobre:

Guitar Hero Live

Guitar Hero Live

  • Nova jogabilidade que se assemelha um pouco mais com a experiência de tocar uma guitarra de verdade. Agora são 6 botões divididos em duas colunas. Os botões paralelos abrem um leque maior de “acordes”.
  • A escolha de trocar os avatares digitais por atores reais pode não agradar a todos, mas para o pouco que joguei pareceu bem interessante. Os personagens terem atitudes diferentes caso você esteja tocando bem ou mal e a interação contigo são pontos positivos.
  • A nova guitarra tem um visual e acabamento bem maneiros. Os botões parecem mais duráveis e tem boa resposta.

Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados

cavaleiros

  • Melhor parte é a dublagem. Seiya, Hyoga e Shiryu terão as vozes dos dubladores originais do anime. Os 03 estarão na feira, vale a pena trocar uma ideia com os caras.
  • O jogo vai sair para PS3 e PS4 (além do PC), mas parece de PS2.
  • Os golpes são quase tão feios quanto no anime.
  • As armaduras parecem de plástico. Os bonequinhos dos anos 90 eram melhores.
  • É um jogo de luta 1×1 em arena 3D com mecânicas bem genérias. Se tu gosta do estilo de jogo e dos personagens, vale a pena.
  • A versão brasileira virá com duas skins diferentes para personagens (nem lembro quais).

Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 4

(Não vou por imagem porque estou rebelde)

  • É quase a mesma coisa com mais personagens e roupinhas diferentes. Mais ou menos como um Fifa ou PES novo, a galera que gosta fica esperando (eu gosto :P)
  • A versão nacional virá com skins alternativas para Naruto e Sasuke.

Battlefront

battlefront

  • Terá um modo de batalha de naves. E PARECE INCRÍVEL!!!11!!!!!1!!ONZE!!!!
  • O modo que tinha na feira era um horda cooperativo split-screen local (é sempre bom ter um modo pra jogar off-line com os amiguinhos :D). Foi divertido, mas o foco é mesmo no PvP online.
  • É um shooter genérico bem parecido com o novo Black Ops (pra quem já teve a oportunidade de jogar o beta) MAS TEM AT-ATs CARALHO! É FODA PRA PORRA!!!! SEGURA OS FAN BOYS!!!!!
  • O alpha já está disponível.

Street Fighter 5

Street FIghter V: Laura

  • Teremos uma nova personagem brasileira. Laura. Peituda, cheia do gingado, toda verde-azul-amarela (inclusive o especial) e lutadora de Jiu Jitsu.
  • Novas mecânicas de defesa e esquiva que deixarão o jogo mais complexo.
  • Jogabilidade e visual MUITO parecidos com o 4.
  • Jogo será localizado em português com legendas.

Forza 5

  • É lindo. É a mesma coisa. Ainda é legal.

Rizzato desligando.

Confira a cobertura do Rizzato na Brasil Mega Arena!

Alô Geeks!
Rizzato na área pronto para abraçar o Aoshi!

Aoshi, toplaner mais gato do Brasil.

Aoshi, toplaner mais gato do Brasil.

Neste final de semana estendido que acabou de passar (06 e 07 de setembro, 05 eu não fui 😛 ) levei este meu corpinho para a BRMA, antiga XMA, “maior evento de eSports da América Latina” segundo eles mesmos.
Já começo dizendo que talvez até seja mesmo, mas só se for por falta de concorrência.

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A principal atração da feira deveriam ser os campeonatos de League of Legends, World of Tanks (game que investiu forte na feira), CS:GO e Crossfire, porém o palco principal se viu, constantemente, cheio de cadeiras vazias. Até mesmo na final de League of Legends o público foi muito pequeno. Os motivos para esse baixo engajamento podem ser muitos, mas aqui vai meu TOP3:

  • Os jogos eram muito espaçados e não tinha mais NADA para fazer na feira (se você não fosse daqueles que adoram pegar fila para tirar foto com webcelebs)
  • As partidas não eram em servidor local, o que fazia a experiência do espectador ser muito inferior à de eventos que contam isso.
  • Os narradores eram de segunda linha.

Você entrava na feira e dava de cara com o stand do World of Tanks. Era um stand bonito, mas os contratados para falar sobre o jogo e dar apoio a quem queria testar o game, nos aproximadamente 15 computadores disponibilizados, sabiam praticamente nada. E como nos outros dois stands com computadores para jogar (CS:GO e League of Legends) você logava em uma conta e jogava no servidor live, contra jogadores experientes (no caso do CS:GO e do LoL você só podia jogar se logasse NA SUA PRÓPRIA CONTA) ao invés de jogar com quem estava do seu lado. Você não quer sair da sua casa, ir até um lugar com acesso ruim e longe de tudo, para jogar como se estivesse em casa, né? O legal é interagir com quem está lá contigo.

Depois desses três stands tu já via a praça de alimentação (com comidas super valorizadas como em todo evento).

Stand da loja Game7 expondo alguns dos seus produtos.

Stand da loja Game7 expondo alguns dos seus produtos.

Se tu não quisesse comer ou jogar, o que mais podia fazer? Comprar camisetas, bonés, tocas e outras quinquilharias nerds das marcas dos youtbers, equipes e jogadores profissionais. Ah, tu podia também pegar uma fila enorme pra tirar uma foto com teu ídolo (spoiler: dos dias que eu fui, eu só conhecia o Muca Muriçoca, e por causa do meu cunhado de 16 anos).

Sobre as partidas: as equipes até eram as de ponta do cenário nacional, mas por conta dos narradores ruins e dos servidores live, você acabava assistindo jogadas que já tinham sido feitas 3 minutos atrás e nem uma boa análise sobre elas você ia receber. Os jogadores já estavam comemorando a vitória enquanto tu ainda estava vendo as últimas lutas começarem!

Olha o cheque da INTZ, campeã do League of Legends.

Olha o cheque da INTZ, campeã do League of Legends.

Isso não aconteceu para o World of Tanks, mas esse eu tive que ver uns 15 jogos até começar a entender o que tava rolando. O jogo é maneirinho, mas não parece que vem para destronar os jogos mais famosos no momento. É basicamente um FPS só com tanks. Muitos e muitos tanks. Se quiser ouvir mais sobre, acompanha o MPN dessa semana, ok? Link aqui assim que ele existir.

Para falar de coisa boa

Os jogadores foram bem simpáticos e estavam bem acessíveis para entrevistas, as respostas foram as genéricas de sempre, mas também aí já era querer demais, né?

Rolou um campeonato de cosplay e um dos que chegou à final NÃO ERA DE LEAGUE OF LEGENDS!!! PELO MENOS UM! HAHAHA. E como sempre os cosplayers estavam contentes em passear pela feira e tirar fotos com a galera fazendo poses e agradecendo os elogios.

Alguém conhece o Pyramid Head?

Alguém conhece o Pyramid Head?

Os youtubers tiveram um tempo razoável no palco principal e fizeram a alegria da meia dúzia de criançada que queria realmente acompanhar o conteúdo deles ao invés de só tirar fotos e pegar autógrafos.

Alguém pode me dizer quem são esses caras?

Alguém pode me dizer quem são esses caras?

Teve esse moleque:

Resumão

Esses foram os campeonatos e os vencedores:

Hu3Hu3Hu3

Hu3Hu3Hu3

Esses foram os youtubers:

Aê!!!! Não conheço ninguém! :'(

Aê!!!! Não conheço ninguém! :'(

E se você curtiu o que leu e quer ir na próxima BRMA:

Brasil Mega Arena

Mais informações: http://www.brasilmegaarena.com.br

BRASIL MEGA ARENA – RIO DE JANEIRO

Data: 17 a 20 de Dezembro de 2015.
Horário: 10h às 22h
Local: Rio Centro Exhibition & Convention Center.
Endereço: Av. Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca. Rio de Janeiro, RJ

Ingressos – Além de estudantes, têm direito à meia entrada todos os que doarem 1kg de alimento não perecível.

Flex (o dia): R$ 59,90 Inteira / R$29,90 Meia Entrada

Passaporte (todos os 4 dias): R$ 179,90 Inteira / R$ 89,90 Meia Entrada

VIP (passaporte para os 4 dias + uma camiseta exclusiva + Não pega fila para entrar no evento + acesso à área reservada na frente do palco + Meet and Greet com Jogadores e Youtubers com hora marcada): R$ 500.

Rizzato desligando.

Mas antes, esse vai pra galera do MPN que não curte o Lolzinho:

Lançado hoje, YouTube Gaming se prepara para dominar o cenário de streams

Alô Geeks! Rizzato na área streamando pelo YouTube!

Pois é, depois de um tempão prometendo, testando os servidores e montando um hype na comunidade gamer desde junho, o YouTube Iutubiu finalmente lançou seu portal dedicado a joguinhos! A bagaça chama YouTube Gaming (criativo pra caralho, não é mesmo? NOT!).

Mas tio Rizzato, qual a diferença?! Eu já posso assistir gameplays e até algumas streams no YouTube!

A diferença, meu filho, é que o barato é LOKO, TÁ LIGADO?! Entre as principais features que encontrei temos:

  • Qualquer babaca vai poder streamar, inclusive eu e você.

streamcanais

  • Existem páginas específicas para cada jogo, onde você encontrará streams, vídeos dos seus canais favoritos e os vídeos mais populares sobre. E o melhor, com um layout responsivo incrível!

jgoos

  • Você vai poder favoritar jogos, canais e usuários para personalizar sua homepage e encontrar mais facilmente conteúdo do seu agrado.

favoritos

  • O portal também terá um aplicativo para sistemas Android e iOS (ainda não saiu, mas depois eu atualizo aqui com uma imagem da parada e o link – ou não).

Vale ressaltar que o YouTube não vai mudar como disponibiliza seus vídeos sobre jogos no site principal. Eles consideram o novo serviço “uma lente para conteúdos de jogo”.

É isso! Além do novo serviço de stream o portal vai servir como um hub para conteúdo de jogos. O layout é lindo, fácil de usar, responsivo, intuitivo e facilita bastante encontrar conteúdo. Vale a visita.
Se não souber o que visitar, começa pelo meu canal ou o do Geek Vox!

Rizzato desligando.

Sobre como eu “solei” o Dans da Kabum Orange

Alô Geeks,
Rizzato na área todo solador.

Acontece que semana passada o Geek Vox foi convidado pela LG e pela Riot (que chamarei de RITO, porque sou v1d4 l0k4) para conhecer um novo produto da linha gamer.

Como único manjador das três lanes de Summoner’s Rift desse site, fui enviado para esta quest junto com um dos ouvintes que eu costumo carregar nas jogatinas de League of Legends, o Rodolfo (conhecido como Arashiro, o feeder).

Fomos recebidos por nossos mains (personagens que são do hall dos que conhecemos mais): meu Wukong e a Irélia do Arashiro (baita coincidência).

Se liga nesses cosplays fodas!

Se liga nesses cosplays fodas!

Depois da calorosa recepção da staff da RITO fomos apresentados ao monitores gamers bolados que a LG já disponibilizou no mercado: a série Ultrawide com proporção 21:9!

Na real os monitores de 29″ e 34″ não são só para games. Eu olhava para aquelas telas estendidas e já conseguia me imaginar editando um vídeo/podcast com uma área enorme destinada às linhas do tempo dos Adobe Audacity e Premier, e ainda ter o Photoshop aberto de um lado e o Illustrator em outro graças à tecnologia 4 Screen Split, que cria até 4 janelas personalizáveis com um clique.

Monitor LG Ultrawide 34UM67

Comparação do Monitor LG Ultrawide 34UM67 com um monitor comum

Porém o recurso Freesync é o que mais chamou a atenção e o que torna o monitor perfeito para jogos. Ele sincroniza a taxa de quadros da placa de vídeo com a de atualização do monitor, eliminando aquela impressão que nos dá de que o gráfico do jogo está “quebrado” em algumas partes, deixando a movimentação dos elementos muito mais fluida.

Para demonstrar que não estava de brincadeira a LG anunciou o patrocínio às duas equipes de League of Legends da Kabum, a Orange e a Black, e preparou uma jogatina com as botlanes das duas se enfrentando.

De um lado a Orange, com o atirador Dans e o suporte Ziriguidun, e do outro a Black, com o atirador Matsukaze e o suporte Espeon.

Arashiro, Rizzato, Ziriguidun e Dans

Arashiro, Rizzato, Ziriguidun e Dans

Deu para perceber que os monitores de 21:9 realmente davam vantagem para os jogadores por causa da maior área de visão que ele proporcionava. Para quem entende do joguinho: tu tava atacando a torre enquanto podia ficar de olho na entrada do rio.

Depois desta partida o evento chamou por jornalistas que estivessem dispostos a jogar também. Claro que eu levantei na hora e me prontifiquei!

O Espeon me cedeu a conta, a cadeira (o mouse do rapaz era o oficial da Fnatic, bem maneiro) e o parceiro: por uma rápida partida eu fui suporte pro Matsukaze.

Rizzato e Matsukaze, a nova dupla da botlane da Kabum Black

Rizzato e Matsukaze, a nova dupla da botlane da Kabum Black

Enquanto isso o Rodolfo foi para o outro lado e fez parceria com o Dans.

Começo da partida foi bem dominante. Matsukaze tryhardou e foi de Annie, eu peguei Tahm Kench (para delírio do GordoX), Dans estava de Thresh (GOD! Nem sei quantos hooks eu tomei na cara) e o Arashiro foi de Ezreal. Meus momentos preferidos foram quando salvei a Annie depois do Matsukaze fazer uma jogada bem agressiva de Flash+Tibers pra um double kill embaixo da torre, e quando o Dans agressivou meu Tahm Kench e consegui trocar kills com ele (soladinho!).

Ganhamos a partida, claro, e passei o resto da noite ouvindo o Arashiro chorar.

Rizzato desligando.

As runas eram meia-boca, mas o mouse era maneiro. Valeu pelos empréstimos Espeon.

As runas eram meia-boca, mas o mouse era maneiro. Valeu pelos empréstimos Espeon.

Arashiro, Rizzato, GordoX e Lunacy

Arashiro, Rizzato, GordoX e Lunacy

GordoX e Lunacy narrando a partida.

GordoX e Lunacy narrando a partida.

PTistas x PSDBistas

Alô Geeks!
Rizzato na área para lamentar o tanto de brigas que essas eleições causaram.

Sempre fui um incentivador da discussão: futebol, religião e política. Não só podem, como devem ser discutidos! O problema vem quando a discussão vira briga de torcida.

Para ajudar você a não brigar com seu amiguinho que tem visão política diferente da sua, vou deixar aqui dois vídeos. Servem para mostrar o que seu amigo NÃO É, mas que as eleições fez você pensar que ele seja.

1. SEU AMIGO PTISTA NÃO É ASSIM:

 

2. SEU AMIGO PSDBISTA NÃO É ASSIM:

 

E se ele for… bom, então valeu a briga! HEUAHEUAHAEUHEAUHEAUEH

Rizzato desligando.


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