Menu
Uzumaki e o medo de espirais
Espirais podem ser assustadoras, podem sim, é o que a ótima obra de horror Uzumaki de Junji Ito nos mostra.
Uzumaki conta a história da pequena e pacata de cidade de Miracema do Norte Kurozu e seu problema com espirais, isso mesmo espirais, nada de fantasmas, monstros, entidades místicas ou bonecos encarnados, apenas espirais.

 

campo

 

No primeiro capítulo conhecemos a protagonista Kirie e seu namorado Shuichi, que quer sair da cidade a todo custo antes de ficar louco.
Shuichi parece ser o único a notar a atmosfera inquietante da cidade, onde os habitantes pouco a pouco começam a desenvolver uma estranha obsessão por estruturas em espiral, nuvens, caracóis, redemoinhos ou qualquer coisa parecida.
Enquanto Kirie parece um pouco cética quanto a aparente insanidade dos habitantes de Kurozu, Shuichi a cada capítulo vai ficando cada vez mais obcecado pela teoria das espirais.

 

uzumaki

 

Com o passar dos capítulos a cidade vira um verdadeiro show de bizarrices, e é aí que a criatividade de Ito reina, Ito é conhecido por ter o dom de perturbar o leitor, e em Uzumaki não foi diferente. As cenas em que os habitantes surtam são incríveis e horrendas.
A história traz todo aquele clima tenso e misterioso que rapidamente nos faz lembrar de H.P Lovecraft, influência de Ito, assim como as obras de Kazou Umezu, mangaká conhecido por seus contos de horror.

 

uzumaki3

 

A arte é simples, porém as paisagens são um show à parte, o autor consegue transparecer o inquietante mundo de Uzumaki sem apelar para a violência com uma narrativa simples e que faz você querer ler logo o próximo capítulo.
Uzumaki foi lançado entre os anos de 98 e 99, e publicado em solo tupiniquim pela editora Conrad, lá no início dos anos 2000.

 

Middle-earth: Shadow of Mordor – Best Orc killing simulator 2014

Olá povo, estou aqui de novo para trazer para vocês um “review”, porém esse vai ser diferente, eu joguei tanto esse jogo que eu não consegui parar e analisar ele de uma forma sistemática, eu simplesmente joguei ele e gostei, então esse “review” não vai ser tão completo, longo e analítico, vai ser como aquelas conversas sobre video-game que você tem com os seus amigos numa rodinha de conversa, hoje eu vou falar sobre Middle-earth: Shadow of Mordor e eu prometo tentar ser o mais “spoiler free” possível. :C

talionShadow of Mordor é um jogo de ação e aventura desenvolvido pela Monolith Productions e distribuído pela WB Games. Ele se passa no universo do Senhor dos Anéis, mais precisamente entre o Hobbit e o Senhor dos Anéis, você controla Talion, um personagem que só existe no jogo mesmo, você é um Guardião que morre e tem o seu corpo “possuído” pelo espectro de um Elfo, então você é basicamente um morto-vivo com duas almas, você vive nos dois mundos, o real e o espiritual. Você percorre Mordor matando Orcs, Uruks e afins em busca de descobrir a verdade por trás desse Elfo que divide o seu corpo com você, descobrir a origem dos anéis do poder, construir o seu legado e confrontar toda a maldade de Sauron.

O jogo tem um estilo que algumas pessoas chamam de “Arkham Style” (por causa dos jogos do Batman), aquele combate mais cinematográfico, que você pode contra-atacar o golpe do inimigo a qualquer momento e fazer aquela luta bonita cheia de pancadaria sem tomar dano algum, mas claro que nem todos os golpes podem ser contra-atacados, então você tem que desviar, interromper, sei lá, te vira.
A mecânica do jogo é bem customizável, você desbloqueia habilidades com pontos que você ganha cada vez que “sobe de nível”, você desbloqueia melhoramentos para o seu personagem com o “dinheiro” do jogo, você pode equipar Runas nas suas armas (Espada, Adaga e Arco) que dão algum efeito, tal como: aumentar o dano quando a sua contagem de combo estiver acima do 30, recuperar todo o seu HP e Concentração após matar um Capitão, entre outras coisas.

241930_screenshots_2014-10-04_00003

Existe um sistema de “Nemesis” que faz uma das coisas mais da hora que eu já vi atualmente no mundo dos games, como o seu personagem é tecnicamente imortal por ser um “morto-vivo”, mesmo que sua vida chegue ao zero, você não morre, é só teleportado para uma Torre de Forja próxima, porém o jogo não “volta”, ele continua, mesmo tu morrendo o tempo passa e coisas acontecem, inclusive o Orc/Uruk que te derrotou é promovido a uma patente maior na hierarquia militar deles, ele fica mais forte e dependendo da patente ganha soldados, gangues e afins, pode acontecer também deles notarem que não conseguirão te derrotar e baterem em retirada. Então basicamente, quanto mais você perde, mais forte os inimigos ficam, eles também tem lutas internas de poder, um Orc/Uruk desafia o outro pra um Duelo e o vencedor fica mais forte e se a patente do que perdeu for maior que a do que venceu, o que venceu assume a patente do que perdeu, então mesmo que você simplesmente fique apenas andando pelo mundo matando Orcs/Uruks, outras coisas acontecem no background e isso é muito bom, eu não sei quanto a vocês, mas sempre que eu era derrotado por algum inimigo, eu voltava lá pra matar ele e me vingar.

2639794-pax2014_mordor_nemesis2_20140828

Quando você da “engage” com um capitão ou chefe, acontece um curto diálogo “apresentando” ele pra você e se ele for um inimigo que já te derrotou antes, ele vai fazer referência a isso. No decorrer do jogo você libera um esquema de enviar ameaça de morte para capitães/chefes, quando você faz isso, o alvo da ameaça fica mais forte e ganha guarda costas e quando você da “engage” nele, ele faz referência a sua ameaça.

2014-09-24_00042-100456687-orig

Em certas partes do jogo você tem que pensar como um estrategista militar mesmo para levar vantagem nessa guerra contra Sauron, você analisa a situação e vê uma forma de passar por ela sem alertar geral, passar no Stealth, ou executar inimigos sem alertar os outros, tem várias formas de se fazer as coisas, porém se você estiver em uma Fortaleza Orc/Uruk e eles acionarem o alarme, não tente ficar lá matando eles, não acabam, eu tentei. Em outras partes você para e pensa que se você fizer tal coisa agora, vai facilitar uma missão no futuro, por exemplo: você vai matar um Chefe Orc, porém ele tem capitães como guarda costas, afinal, é um chefe, como você pode fazer pra facilitar a sua luta com o Chefe sem precisar ter que lutar contra ele e os capitães ao mesmo tempo? Mate os capitães que são guarda costas dele um por um (ou use uma habilidade que você libera futuramente para “marcar” o capitão e fazer ele virar seu aliado, assim na hora de lutar com o Chefe vai ser você e os guarda costas dele contra ele) e assim na hora que você for lutar com ele, não vai ter nenhum guarda costa pra ajudar, será só você e ele, além de que é sempre bom você procurar por informações para descobrir as fraquezas e forças do Capitão/Chefe.

ShadowofMordor_YourNemesis_Screenshot_KotakuEU

O jogo é relativamente longo, eu levei quase 32 horas para completar 100% dele (Side Quests, Desafios e afins), os gráficos dele são lindos, tá muito bem otimizada a versão de PC, no começo eu tinha ficado até assustado com a história de que ia precisar de 6GB de Vídeo para o jogo rodar no Ultra com a DLC de textura HD, ai eu fiquei imaginando o que precisaria pra rodar abaixo disso, mas eu consegui rodar ele no High sem problemas nenhum, o cara que otimizou esse jogo devia otimizar todos os jogos do mundo, tá muito bem feito, a dublagem tanto como Inglês e Português é sensacional, principalmente em português, você encontrar o Seu Sirigueijo e o Homem-Sereia é muito bom, sem contar que o filho do Talion é o Goku. haha

Eu só tenho uma reclamação desse jogo, mas é reclamação pessoal, ele tem o mesmo esquema do Assassin’s Creed do botão de correr ser o mesmo para escalar as coisas, não sei se é só comigo, talvez eu seja horrível em video-game, mas as vezes acontecia de eu estar correndo e passar perto de uma parede, o infeliz do personagem escalar a maldita parede sem motivo nenhum em vez de continuar correndo. x-x
Achei ele um jogo relativamente fácil, mas isso não tira nenhum mérito dele, é um jogo muito bom, eu só não dou nota máxima pra ele por causa dessa reclamação pessoal mesmo.

Bom, eu acho que é só isso, se você se interessou pelo jogo, você pode compra-lo na Steam por R$ 90,99 ou R$ 126,99 a versão Premium que inclui o Season Pass.

O jogo foi lançado para PC, PS4 e Xbox One no dia 30 de Setembro e será lançado para PS3 e Xbox 360 no dia 18 de Novembro.

Até a próxima e lembrem-se:

SeloBetãoBom

Guardiões da Galáxia – A nova franquia da Marvel

Olá Galera!

O que dizer de Guardiões da Galáxia? Esse filme que antes de ver já dizia: “Não assisti mas já considero Pakas”. Minhas expectativas eram altas, pelo simples fato de que é a Marvel Studios, e a mesma cometeu apenas um grande deslize em todos os filmes de seu universo nos cinemas (Iron Man 3), e conseguiu agradar a maioria com Vingadores e Capitão América 2, por exemplo. Porém, é bem arriscado tentar produzir uma adaptação cinematográfica da HQ Guardiões da Galáxia, com personagens desconhecidos do grande púbico. A Marvel acaba de criar um novo segmento para seu universo nos cinemas: Espacial.

GotG

É óbvio que Guardiões pertence ao mesmo universo que conhecemos nos outros filmes, mas essa nova franquia estabelece e explora algo diferente. Não digo isso apenas por se tratar de uma história que se passa fora da terra, mas também por ter uma abordagem mais ousada, descompromissada e engraçada. Ao mesmo tempo, equilibra trazendo os aspectos sérios de uma forma interessante, sem ficar destoante com o restante do longa.

Conheça um pouco os personagens:

Peter Quill

– Peter Quill (Star Lord)

O líder humano é um orfão que foi abduzido, ainda quando criança, logo após a morte de sua mãe. O único objeto que levara consigo: Um Walkman.  Se tornou um saqueador pela galáxia.

Gamora

– Gamora

A última de sua espécie, é uma assassina ligada a Thanos.

Drax

– Drax

Tem apenas um objetivo de vida: Vingar com os próprios punhos a morte de sua família causada por Ronan.

Groot

– Groot

Uma árvore viva que tem a capacidade de dizer apenas uma coisa… “I am Groot” – Groot.

Rocket

– Rocket

O guaxinim geneticamente modificado é o mais carismático e engraçado do grupo.

A história é simples e cria uma maneira inusitada de juntar os anti-heróis em um objetivo em comum contra Ronan (Que tem ligação com Thanos). O mais interessante não é a história, mas a jornada percorrida pelos ótimos e envolventes personagens que são apresentados. Os coadjuvantes também são bem introduzidos, e ajudam a entregar um ritmo muito bom para o filme. Guardiões da Galáxia é excelente. O clima e a ambientação lembram bastante “Star Wars”, de uma forma peculiar e visualmente incrível. A trilha sonora é espetacular, e a forma que interage com as cenas é sensacional. Sem dar muitos detalhes para não estragar nenhuma surpresa, encerro apenas dizendo que vale muito a pena, e você não irá se arrepender de ir ao cinema.

A aposta da Marvel foi surpreendentemente (Ou não) bem executada. A continuação já foi confirmada. A cena pós-créditos não foi exibida ainda em nenhuma cabine de imprensa ou premiere.

Se restava alguma dúvida se você deveria ir assistir amanhã, espero ter te convencido. 🙂

[Micro-Review] South Park: The Stick of Truth

Fala galera, sou eu de novo!
Hoje venho trazer o review de um dos jogos mais engraçados já feito, hoje venho falar de “South Park: The Stick of Truth“.

Diferente dos outros eu acho que esse review vai ser mais curto, já que não tem muita coisa pra se falar dele sem dar spoiler, ele é um jogo bem simples pra falar a verdade, mas continua sendo muito bom.

cantoSouth Park: The Stick of Truth é um jogo de Ação, Aventura com RPG, desenvolvido pela Obsidian Entertainment e distribuído pela Ubisoft. Ele segue uma mecânica parecida com Final Fantasy, em um combate baseado em turnos, mas diferente do Final Fantasy que você escolhe a ação do personagem e espera, nesse jogo você tem uma participação a mais no combate. Se você simplesmente colocar o seu personagem para bater e esperar, ele vai lá e bater no inimigo, mas vai dar um dano ridículo de fraco, mas se você apertar o botão certo na hora certa, você vai dar uma espécia de “boost” (no Final Fantasy VIII eu acho que tem um esquema de Boost também, mas é só em ataques especiais, Maroto pode confirmar pra mim :P) no seu ataque fazendo com que ele seja muito mais forte e efetivo. Jogo tem um sistema de bloqueio no combate também, se você apertar o botão na hora certa, você poderá bloquear uma parte do dano, não totalmente. Assim como cada habilidade do jogo tem uma forma diferente de ser executada, desde apertar o botão certo na hora certa, até ficar girar o analógico e apertar o botão quando aparecer um brilho na tela. Tem um sistema de invocação também, após você fazer algumas missões para uma certa pessoa, ela pode oferecer o auxilio dela em forma de invocação para você em uma luta, e essas invocações são uma mais engraçada do que a outra.

South Park - The Stick of Truth 2014-03-05 16-49-31-221

É como um RPG tradicional, você tem o seu equipamento, consegue equipamentos melhores no decorrer do jogo, pode melhorar os seus equipamentos adicionando encantamentos neles, conforme você sobe de nível você desbloqueia habilidades novas, aprimoramento para essas habilidades e assim por diante. No jogo você pode escolher entre 4 classes: Lutador, Ladrão, Mago e Judeu.

South Park - The Stick of Truth 2014-03-05 03-42-31-170

Como todo mundo que conhece South Park esperava, o jogo é racista, apelativo, pesado e totalmente impróprio para menores, assim como o próprio desenho. Isso é um ponto muito forte, eles conseguiram fazer com que você tivesse a sensação de estar o tempo todo assistindo um episódio de South Park, se não tivessem as batalhas ou você ter que movimentar o seu personagem pelo mapa, você poderia claramente dizer que estava assistindo um episódio. As referências nesse jogo são gigantes, mas a maior delas é Skyrim, tem várias referências no jogo como: Matrix, Senhor dos Anéis, Dungeons & Dragons, Zelda e por ai vai. Mas Skyrim está como referência na maior parte do jogo, tanto que chamam o seu personagem de Dragonborn.

South Park - The Stick of Truth 2014-03-04 18-55-23-348

O jogo é basicamente uma zoeira sem limites, ele também possuí side quests que são tão divertidas e engraçadas quanto as quests principais do jogo como: Bater em mendigos, procurar Jesus na igreja, etc.
Esse jogo foi feito para fãs de South Park ou aquelas pessoas que não são moralistas, porque vai ter muita coisa pesada nesse jogo do tipo: bater em mulher, bater em mendigos, nazistas, zumbis nazistas, gatos zumbis nazistas, ratos zumbis nazistas, fetos zumbis nazistas, pedófilos e dai por diante.

Por ter sido feito como a animação, eu acho que pra ela fluir de forma correta o jogo teve que ser travado a 30 FPS, mas isso não tira o mérito do jogo e nem estraga ele, ele continua sendo um ótimo jogo.
Em resumo, South Park é obrigatório para quem é fã da série e também serve para aqueles que não são tão fãs assim mas gostam do estilo da série, ele tá com dublagem original dos personagens e a trilha sonora tá engraçada e legal ao mesmo tempo.

O jogo foi lançado para Xbox 360, PS3 e PC, sem censura nenhuma na versão americana, dizem que a versão europeia sofreu censura. E o jogo tá totalmente em português, exceto a dublagem é claro, mas a legenda e interface do jogo está toda em português.

E lembrem-se:

Jamais.

Jamais.

[Primeiras impressões] UnEpic – Quem nunca foi mijar e foi teleportado para uma Dungeon?

Fala galera, sou eu com mais um “review“, porém esse será diferente, ele não será um review completo, será um de “primeiras impressões“, sendo assim ele não vai falar completamente sobre o jogo e não será muito longo, apenas falarei as primeiras impressões que tive jogando ele, sendo boas ou ruins. Assim como também não irei dar notas ao jogo, já que não joguei ele todo, não tem porque eu dar uma nota para ele.

E hoje eu venho falar de UnEpic.

cantoUnEpic é um jogo Indie feito pelo desenvolvedor espanhol Francisco Téllez de Meneses e publicado pela ninagamers, o jogo é um Action RPG de Plataforma e possui aquele estilo conhecido por muitos jogadores como “Metroidvania”, que é um estilo de jogo Action de Plataforma mas com exploração, tal qual como Metroid e Castlevania.

Além disso o jogo possui uma ficha técnica de RPG mesmo, você vai subir de nível com o seu personagem e ganhar pontos para você distribuir como você quiser na sua ficha técnica, então você vai poder fazer o seu personagem da forma que você quiser, seja usuário de armas de corpo a corpo, armas de longa distância como arco e flecha ou usuário de magia. Ele também tem opção de criação de poções, não sei dizer se essa é a única forma de Crafting que o jogo tem, já que ainda não terminei ele.

VGidEj6

O jogo tem característica das armas serem efetivas contra alguns inimigos e nem tão efetivas assim contra outros, por exemplo a espada, ela é efetiva contra inimigos “vivos”, feitos de carne, ou que sangram, depende de como você quer classifica-los, mas ela não é efetiva se você for bater em um Gárgula em forma de pedra, ou em algum Golem, pra esses inimigos é mais efetivo o uso de uma maça, assim como a maça não é tão efetiva quanto a espada contra inimigos que eu mencionei anteriormente.

Tem uma variedade muito grande de inimigos e Bosses, missões extras (side quests), assim como desafios que se completados vai lhe conceder uma boa recompensa e claro, tudo isso mantendo um grande grau de desafio, fazendo com que o jogo não seja tão fácil assim.

Em UnEpic você vai encontrar muitas, mas muitas referências sobre outros jogos, filmes e até livros, como por exemplo: Castlevania, Zelda, Senhor dos Anéis, Star Wars, World of Warcraft, Starcraft, Matrix , Dungeons & Dragons e muitos outros. Se você gosta de piadas e referências esse jogo é ótimo para você, ele também tem tradução em português do brasil, então você vai poder ler toda a história e diálogos no decorrer do jogo. 

NlqYZl6

UnEpic já começa um tanto cômico, você está na casa de um amigo seu jogando RPG de Mesa, você diz que precisa ir ao banheiro, quando você chega lá as luzes se apagam e você começa a achar que seus amigos estão brincando com você, quando você se da conta você não está mais no banheiro da casa do seu amigo, você foi parar em uma Dungeon, você acha que seus amigos botaram alguma coisa na sua bebida e que tudo aquilo é alucinação sua, se é realmente uma alucinação ou se ele foi teleportado pra lá e é a realidade, teremos que descobrir.

wallpaper-2-Unepic-1920x1080

Você pode colocar teclas de atalhos para os seus itens e armas, fazendo assim que você tenha mais facilidade em trocar de arma no meio da batalha, já que como eu disse lá em cima, algumas armas são mais eficientes do que as outras dependendo do seu inimigo, assim também como é recomendado você colocar um atalho para o uso das Poções, já que o jogo não pausa quando você abre o menu, ou inventário e não é muito bom você querer abrir o inventário no meio da batalha para usar a poção, até você conseguir você já morreu.

O jogo tem um modo Multiplayer, mas eu ainda não tive a oportunidade de testa-lo para ver se é bom e qual é a quantidade de jogadores que podem jogar com você simultaneamente. Únicos pontos fracos que encontrei no jogo por enquanto foi o pulo do personagem ser meio estranho, não é bem fluído o pulo dele, a distância deveria ser um pouco menor também, o jogo fica muito pequeno na tela, assim como o personagem, se fosse um pouco maior seria perfeito, e o outro foi as opções do jogo, até a ultima vez que eu joguei ele, elas estavam um pouco bugada, tanto que eu fiz umas alterações uma vez e estraguei o jogo todo, eu tive que fazer um monte de procedimentos lá pra poder arrumar o jogo de novo, ele tem suporte pra controle, então se você tem um controle de Xbox PC você vai poder jogar com ele, ele não é full suporte, então não são todos os botões do seu controle que ele vai usar, se eu não me engano são 3 botões que o jogo não usa, também não encontrei a opção de você mesmo programar as funções de cada botão do seu controle, se alguém souber como faz isso, me avise.

unepic_by_nevardaed-d5t50rw

Review: Assassin’s Creed Liberation HD para Xbox 360

A aclamada série Assassin’s Creed, da Ubisoft é muito conhecida pela qualidade de seus jogos. Mecânica, enredo, gráficos e combates. Tudo funciona muito bem, seja para o PS Vita ou para consoles de mesa.

Recentemente, Assassin’s Creed Liberation, lançado originalmente para o PS Vita, chegou ao Xbox 360 e PC, em uma versão HD. Gráficos remasterizados em uma jogabilidade que não perde em nada para sua última edição, Black Flag.

Em Assassin’s Creed Liberation você assume o controle de Aveline de Grandpré, uma mulher de origem afro-francesa que busca justiça nas ruas de Nova Orleans em 1780.

Gráficos

Para um jogo “remasterizado”, os gráficos estão muito bons. O trabalho da equipe de produção durante o port deve ter sido intenso, pois não me senti incomodado ao jogar, mesmo sabendo que no momento estou com Assassin’s Creed Black Flag em mãos. Claro que não é a mesma qualidade, mas também não é ruim.

O video abaixo, da Gamespot chega a assustar, de tão diferente que ficaram as versões Xbox 360 e PS Vita:

Jogabilidade

Um dos pontos mais fortes do jogo. Você deve trocar de estilo com Aveline, escolhendo entre Assassina, Escrava ou Madame. Cada estilo confere habilidades e pontos negativos diferentes.
Jogando de Assassina, você está constantemente chamando a atenção de soldados e por consequência, se metendo em brigas desnecessárias. Claro que neste modo, você tem a melhor performance em lutas.
Já como escrava, você consegue infiltrar-se em prédios cheios de soldados ou fazendas escravagistas, quase sem ser notada. Sua habilidade de luta e parkour não é tão ruim, permitindo descer a porrada na galera sem dificuldades.
Por último, como Madame, você consegue seduzir guardas para te deixarem ir aonde quiser ou até mesmo te proteger de ladrões. Lutar não é uma opção interessante neste estilo, mas seu lado investigativo é beneficiado.

Enredo
Liberation corre em uma linha do tempo muito próxima ao Assassin’s Creed 3. Não quero dar spoilers, mas o enredo é com certeza muito rico em detalhes e intrigas. Um ponto diferente é que Liberation não faz parte das memórias de Desmond, protagonista da saga, mas sim algo criado pela Abstergo.

Minha conclusão
A chegada de Liberation nesta versão HD mostrou o respeito e força de vontade da Ubsoft com a série Assassin’s Creed. Deixar Liberation apenas no PS Vita teria sido um infeliz erro e o trabalho de remasterização coloca este jogo como um dos melhores da série.

 

 

Metal Gear Rising: Revengeance – O que você vai cortar? A lâmina está em suas mãos.

Fala galera, fazia um tempo que eu não fazia um review e não sei se vocês sentiram saudades. haha

Hoje venho aqui para falar de um jogo que já foi lançado a algum tempo para os consoles, mas só agora teve a sua versão para o PC, hoje vou falar de Metal Gear Rising: Revengeance.

Raiden

Raiden

Metal Gear Rising: Revengeance é um jogo de Ação (Hack’n’Slash) desenvolvido pela PlatinumGames e distribuído pela grande Konami, um Spin-off da série de espionagem criada pelo Deus, Hideo Kojima. Desde que eu vi o trailer desse jogo pela primeira vez em 2010, eu já fiquei com uma grande vontade de jogar ele, eu nunca fui muito fã dos jogos da série Metal Gear, mas esse jogo por ser um Hack’n’Slash eu daria uma chance e jogaria, 3 anos depois (sim, 3 anos porque eu não tenho mais console, então tive que esperar o lançamento da versão do PC) eu consigo enfim jogar esse grande jogo e não me arrependo de nada, claro que em muitas partes do jogo eu realmente fiquei irritado jogando, ele é um Hack’n’Slash, porém não é simples, não é igual os atuais que você simplesmente tem que esmagar um botão que você consegue matar tudo (Oi, God of War), nele você precisa analisar a luta, pensar no que fazer e executar na hora certa, você tem que saber a hora de atacar, a hora de recuar e a hora de se defender, então se você for jogar achando que ele é mais um desses que você já jogou, você vai sofrer um pouco.

Quem me acompanha no Facebook deve ter visto meus posts indignado com esse jogo e bravo porque não conseguia passar algum Boss dele, mas pelo mesmo motivo que eu fiquei bravo, eu gostei do jogo. haha
No ultimo Boss do jogo eu cheguei a deixar ele com 20% do seu HP e eu estava com 85% do meu HP, ele me acertou um ataque que me tirou 80% da vida e depois completou me dando um soco e me matando, nem preciso dizer como eu reagi a isso né?

Eu diria que você leva pelo menos 100 tentativas para derrotar cada Boss do jogo, 50 delas você usa para analisar os golpes do Boss e aprender como se defender ou desviar deles, as outras 49 tentativas é você tentando por isso em pratica e falhando, ou o Boss usando algum ataque que até então ele não tinha usado e sim, isso acontece muito, e finalmente a ultima tentativa é você finalmente derrotando ele. Eu nunca fui de ficar irritado jogando alguma coisa a ponto de sair do jogo pra não jogar o controle na parede ou algo do tipo, mas esse jogo conseguiu fazer isso comigo (não, eu não joguei meu controle na parede), isso não faz o jogo ser ruim, muito pelo contrário, faz ele ser melhor ainda, tira essa imagem de que todo jogo novo é feito pra criancinhas porque é fácil demais, principalmente Hack’n’Slash, que muitos tendem a achar que é um jogo simples que é só você sair correndo e apertando um botão que você termina o jogo.

FINALMENTE MORREU!

FINALMENTE MORREU!

Os Bosses desse jogo são sensacionais, cada luta é sensacional do seu jeito único, se você realmente não por um pouco de esforço, você não vai conseguir ir muito longe, além de que a dificuldade dos Bosses é progressiva, o Boss seguinte sempre vai ser mais difícil do que o anterior, talvez exceto pela Mistral que eu achei mais fácil do que o Wolf.

Por motivo óbvio não inclui o ultimo Boss na imagem.

Por motivo óbvio não inclui o ultimo Boss na imagem.

Você assume o controle de Raiden protagonista de Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty e personagem de apoio em Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, que presta serviços de segurança VIP, treino militar e outras funções para uma base militar de segurança privada (EMSP) num país em desenvolvimento, que sofre sua reconstrução após uma guerra civil. Mal ele sabe que este palco está montado para um confronto com um enigmático exército ilimitado de ciborgues.

yeap, definitivamente um jogo japonês.

yeap, definitivamente um jogo japonês.

Tem mais algumas fotos das modelos japonesas aqui se você quiser: Foto 1, Foto 2 e a Foto 3 que tem até uma do Kojima com a modelo.

Várias coisas chamam a atenção nesse jogo, como por exemplo boa parte do cenário poder ser cortada. Inimigos em cima da ponte? Não tem problema, corte os pilar dela que a ponte vem abaixo junto com os inimigos. Mas a melhor delas é o Modo Katana, esse modo permite você literalmente picotar o seu inimigo em vários pedaços, tento visto que seu traje cyborg tem a habilidade de absorver a “nanopasta”  que é usada para reparação do corpo cyborg, então usar o Modo Katana para fatiar seus inimigos ao meio e pegar a “nanopasta” que tem dentro deles para se curar é essencial, além de ser legal você poder picotar um Boss em quatrocentos e cinquenta pedaços. No decorrer do jogo você junta dinheiro para comprar novas habilidades e aprimoramentos para suas armas e na metade do jogo mais ou menos você aprende o modo “Jack, o Estripador” que é o apelido que Raiden ganhou no seu passado por ter picotado muita gente.

cut

A dificuldade Easy do jogo não é nem um pouco Easy, a dificuldade Normal do jogo tá mais pra Hard e eu nem quero ver como deve ser a Hard, provavelmente um pesadelo.

Não preciso nem dizer que o gráfico do jogo é bonito e a trilha sonora é excelente.

A versão de PC já vem com as DLCs que foram lançadas, uma delas você joga com o Wolf, um Lobo/Cachorro mecânico, que na minha opinião não é tão legal, e a outra DLC é a Jetstream Sam, que você joga com Samuel Rodrigues, um cyborg brasileiro legal pra caramba, não joguei essa DLC ainda, mas jogarei só porque ele é BR. hehe

Samuel "Colgate" Rodrigues

Samuel “Colgate” Rodrigues

Coisas que na minha opinião eu achei ponto fraco no jogo foi da versão de PC, pelo menos até agora, só ter suporte pra resolução de até 1280×720, nenhuma acima disso, não sei se é só comigo, mas as vezes a câmera travada no inimigo destrava sozinho e você tem que travar de novo, correndo o risco de perder a visão do inimigo e tomar um ataque dele sem ver e as vezes a câmera não consegue acompanhar o inimigo, as vezes eles se movimentam tão rápido que a câmera não consegue acompanhar a velocidade, mesmo ela estando travada, e isso pode ocasionar de você levar ataques sem ver também.
@Edit: Outro ponto fraco que eu esqueci de mencionar, é que o jogo não te explica como que você executa as habilidades novas que você compra, ela diz o que a habilidade faz, mas não diz qual botão você usa para executar ela, tanto que eu só descobri como faz o Dodge Attack porque eu vi em um comentário no youtube.

Então o Dante surfa em um míssel? Que meigo.

Então o Dante surfa em um míssel? Que meigo.

Isso não é um ponto fraco, pelo menos eu não acho, não sei nem também se vale a pena ser mencionado, mas as cinematics do jogo são capadas a 30 FPS e o jogo é capado a 60 FPS.

No mais é um ótimo jogo, eu gostei bastante dele, apesar de que eu já gostava dele desde que vi o trailer em 2010. haha
Tanto que eu removi Tomb Raider da minha lista dos 5 melhores jogos dessa geração que eu joguei para colocar esse Metal Gear no lugar. E também espero que tenha outro jogo da série.


Esse é o trailer de 2010, caso alguém queira ver.

Se você ainda não jogou, recomendo que jogue e venha aqui nos contar sua experiência com o jogo, se passou muita raiva nos Bosses como eu, ou se tirou de letra.

"Uma espada à mostra mantém outra na bainha".

“Uma espada à mostra mantém outra na bainha”.

Review: “Pokémon Origins” – 4 episódios que valem mais do que uma temporada!

Olá, Geeks! Dessa vez, o post conjunto não é sobre literatura. Marina Ciavatta e Nivia Fernandes vêm para falar sobre uma minissérie anime super nostálgica para gamers e para quem apenas acompanhava o anime quando era mais novinho.

“Pokémon Origins” foi lançado no Japão em 2013, e foi um pouco difícil encontrar uma versão disponível legal para assistir aos quatro episódios. O mais aconselhável é a versão dublada em inglês, embora o áudio original em japonês seja muito curioso de se ouvir.

Bem, agradar fãs dos jogos e os fãs nostálgicos dos animes é uma coisa realmente difícil, porque as discrepâncias são gritantes. Difícil mesmo é convencer os lados de se conversarem sem rolar fire punch ou scratch. Mas a série consegue amainar os ânimos e arrancar suor macho do cantinho de nossos olhos. Afinal, nostalgia é um sentimento legal e não importa de onde veio.

Bom, “Pokémon” é um anime baseado em um jogo. A questão é que, se você apenas viu os animes e não jogou as primeiras versões, não deve ter muita ideia de alguns detalhes. Os jogos (os primeiros) falam sobre a jornada que começou com Red, um garoto simples da cidade de Palet. Red se torna um treinador poderosíssimo, e hoje é idolatrado por todos que jogam os games. Blue é mais ambicioso e focado em ganhar as batalhas, sendo mais estratégico, escolhendo pokémons que tenham vantagem sobre o adversário. Então ele é menos emocional com os pokémons, sendo bem diferente de Red, mas ainda assim forte.

redgreen

Um gamer pode vir aqui nos dar uma bronca merecida por chamarmos o rival de Blue e não de Green. Então, uma breve explicação: os dois primeiros jogos lançados no Japão foram Pokémon Red e Green. Quando veio para o ocidente, mudaram o nome do segundo jogo para Blue… Mas ainda assim, originalmente, o personagem é Green. Porém, quando traduzem o nome dele para qualquer país ocidental, vira Blue por causa da primeira versão de jogo que veio para cá… Vamos seguir chamando o personagem de Blue mesmo, mas pensem nisso quando assistirem ao primeiro episódio de “Pokémon Origins” – ele faz mais sentido quando Green/Blue escolhe Squirtle em vez de Bulbassaur. Ok?

ashAgora, vamos falar do Ash. Vamos, vamos, não revirem os olhos. Ash é um menino meio palerma, também da cidade de Palet, que um dia tentaram fazer parecer com o Red porque essa era a ideia, colocar no anime um Red mais infantil. Só que não rolou. Mas em um desenho que foi direcionado para crianças geralmente precisamos aceitar mudanças de personalidade nessas situações…

De repente, no anime, Ash se torna amigo de Brock e Misty, dois treinadores de ginásio (que no jogo, são bem fortinhos, aliás), e vai viver suas aventuras por aí. Red jamais teve parceiros de aventura. Tudo o que Red teve foi a rivalidade de Blue, neto do professor Oak (professor Carvalho, pros amigos do primeiro anime). Red tinha um foco absoluto em aprimorar seus pokémons e fortalecer o elo emocional com eles, sendo um amigo fiel de todos, inclusive de seu Charizard. Ash parte em trio pelas cidades capturando pokémons em modo aleatório. Mas não podemos reclamar dos laços que ele criou com seus pokémons do anime (se você não chorou que nem uma menininha quando a Butterfree foi embora, você precisa assoprar a fita da sua infância e dar reset). Essa é a única semelhança que podemos estabelecer entre Red e Ash, aliás.

O Ash é quase uma Horcrux, como já dito, e a Equipe Rocket não é aquela besta do anime que só faz trapalhada. Eles são ruins de verdade, aprontam pra caramba, e esse é o tipo de boss que precisa enfrentar nos jogos. Eles não têm a mínima consideração por seus pokémons. Foi muito interessante ver isso nos episódios de “Pokémon Origins”. Ou seja, deixando o baitola do James (mas Marina o ama mesmo assim) para trás, vemos vilões que realmente estão ali para decolar na velocidade da luz e deixar Red preparado para lutar, lutar, lutar! (Meow, é isso aí!)

Assim, você vai sedento ver “Pokémon Origins” e logo nos primeiros minutos entende que aquilo é mesmo a origem da bagaça. Sem amenidades, e ainda no formato antigo do jogo antes de começar o episódio e depois que ele termina! Para quem jogava, é uma ótima homenagem. Para quem gostava da música medonha de Lavender Town, ela tá lá também…!

Para completar a Pokédex, Red é muito mais efetivo do que Ash. Aliás, em todos os outros sentidos também. E é exatamente isso que o novo anime mostra. Deixando Ash, o menino imortal congelado no tempo, para trás, Red toma a cena e, junto de seu rival Blue, vai atrás da conquista do mundo pokémon para completar a Pokédex e se tornar o maior treinador de todos os tempos.

RedOrigins

As batalhas pokémons são muito mais realistas e empolgantes no Origins (e me desculpem o mísero spoiler, mas todo mundo deve sentir o coração apertar com aquele primeiro bite do Squirtle no Charmander, fala sério). Os episódios passam muito mais a realidade do jogo, são fiéis ao extremo à história e até ao cenário! Embora sejam muito curtos, os episódios são bem interligados e um ótimo resumo do que você, geek, certamente veria em versão estendida se tivesse mais tempo. Com traços muito mais dinâmicos e interessantes, você termina o quarto episódio querendo muito mais.

Tá esperando o que para caçar essa maravilha pra assistir e relembrar os 150… (ops, 151!) pokémons no ambiente mais fiel possível? Se prepare, porque vai ser grande a emoção… Pokémon!

 

PS1: Aqui vai grande agradecimento à Karen Alvares pela contribuição de informações sobre os games antigos!

Tomb Raider: A Survivor is Born

 

Olá, sou eu de novo! Venho trazer mais um review pra vocês e dessa vez é sobre um reboot que gostei muito, gostei mais do que os jogos anteriores, hoje vamos falar de Tomb Raider.

 

miniaturaTomb Raider é um jogo de Ação e Aventura, desenvolvido pela Crystal Dynamics e distribuído pela SQUARE ENIX, Eidos Interactive. Ele foi um reboot da série Tomb Raider (que teve sua adaptação pro cinema com a Angelina Jolie) e pra mim foi um reboot de total sucesso, eu não era muito fã dos jogos antigos da série, não gostava do jeito que o jogo era e nem do jeito que o personagem era, Lara Croft parecia ser um super soldado, eu achava isso meio forçado demais. No reboot você vê a Lara evoluindo conforme você joga, você vê que no inicio ela é uma garota normal, filha de um arqueólogo, mas no decorrer do jogo você vê ela desenvolvendo os seus instintos naturais para sobreviver naquela ilha, e isso meio que até entra em contradição com muitos jogadores, pois no inicio você vê ela chorando quando mata o seu primeiro animal e chorando quando mata o primeiro humano, mas pouco tempo depois ela já não liga mais pra isso, você vê ela gritando coisas do tipo: “MORRA!”, “Vá para o inferno seu bastardo!”, “Vocês não irão me parar!”, “Não fiquem no meu caminho!”. E tudo isso descendo o tiro em todo mundo que vê pela frente.

 

Sinopse:

Tomb Raider explora a intensa e corajosa história da origem de Lara Croft e sua ascensão de uma jovem mulher a uma forte sobrevivente. Armada apenas com instintos crus e a capacidade de ir além dos limites da resistência humana, Lara deve lutar para desvendar a história negra de uma ilha esquecida para escapar de seu domínio implacável.

 ————————————————————

O jogo não é difícil, não é um jogo que você vai sofrer, ele tem uma linearidade, porém você continua podendo explorar outros locais do mapa para encontrar itens escondidos ou Tumbas secretas para explorar. Também possui um sistema de experiência que você adquiri encontrando itens ou matando inimigos e ao subir de nível você ganha um ponto para fazer um upgrade no seu personagem, você também encontra materiais jogados por ai, que você pode usar para dar upgrade na suas armas, aumentar o dano, aumentar quantidade de balas que ela possui, aumentar precisão, esse tipo de coisa. Você também pode encontrar peças de armamento espalhadas pelo mapa, ao encontrar a quantidade que pede você da um upgrade total na sua arma, assim liberando mais upgrades pra ela e visivelmente mudando a sua arma, além de upgrades principais que ela ganha, por exemplo o arco ser forte o suficiente para fazer as flechas atravessarem qualquer coisa ou cravarem em rochas. Além dos upgrades que você pode comprar usando os materiais que você acha espalhados pelo jogo, você também consegue upgrades que são liberados no decorrer da história do jogo, por exemplo: Flechas com corda, lança granada para metralhadora. Esses você não precisa comprar eles, eles liberam de graça pra você no decorrer da história.

Arco de Competição com 8 upgrades de 10.

Arco de Competição com 8 upgrades de 10.

Aba de habilidades do tipo caçadora.

Aba de habilidades do tipo caçadora.

Uma coisa que temos que concordar nesse jogo é que a Lara só se ferra, eu nunca vi um jogo em que o protagonista sofre tanto, apanha pra caramba, se machuca pra caramba, parece que tem uma maldição no personagem que ela só se ferra o jogo todo e ferra todo mundo que anda com ela, se tivesse a Lei Maria da Penha nesse jogo, com certeza teria muitas denuncias. Até as cenas de morte do personagens são bem pesadas, ter a cabeça esmagada por uma rocha, quebrar o pescoço, mas a que eu achei mais pesada foi um pedaço de pau atravessar a cabeça dela.

(Assista por sua conta e risco. E de preferência use Headset, parece pornô algumas partes. :P)

E um outro ponto bacana que achei no jogo foi no design da Lara, ela está mais proporcional no geral, não tem mais aqueles peitos gigantes triangulares que devia dar dor nas costas, ainda mais com todos aqueles pulos que ela dava. Eu gostei do design dela, achei muito bonita. Mas claro, isso é só a minha opinião. <3

 

<3

<3

E se você jogou a versão Master Race (aka do PC), você sabe que nessa versão tem a opção TressFX no cabelo dela. TressFX é uma opção em que o cabelo aparenta ser mais real, mais vivo, a física no cabelo é bem mais trabalhada e claro, bem mais pesada, então você tem que ter um computador bom para funcionar com o TressFX ativado, ou seu FPS vai cair muito. Já a versão de console do jogo não tem essa opção porque provavelmente o hardware do console não aguentaria.

@Edit: Só um aviso que a versão de PS4 e Xbox One vão ter o TressFX, já que o Hardware de ambos são mais fortes que o do PS3/Xbox 360. Você pode ver o Trailer de Tomb Raider: Definitive Edition, que será a versão lançada para os consoles da próxima geração.

Você poderá ter 4 tipos de armas, sendo eles: Arco, Pistola, Metralhadora e uma Escopeta. E na minha opinião a melhor arma do jogo é o Arco, além de ser totalmente silencioso, é forte pra caramba, se você puxar o arco até o máximo você mata quase todos os inimigos com uma flecha e se você tiver o upgrade que você consegue pegar de volta as flechas no corpo do inimigo morto, você sempre terá flechas para usar.

armas

O multiplayer do jogo é o que eu realmente esperava, eu não joguei ele ainda pra ver se é divertido, mas pelo o que eu li por ai na internet ele tá bem bacana, é um jogador contra jogador em um mapa, são dois times se pegando no tiro, você cria a sua classe, com as armas que você quer, com os perks que você quer, tipo como acontece no Call of Duty e no Battlefield.

No mais é como eu disse, o jogo não é difícil, você não vai sofrer, talvez você ache o jogo até fácil demais, ele é um jogo que você vai mais aproveitar a aventura que você esta vivendo e a evolução do personagem, afinal, ele é um reboot, ele tem que dar uma origem pro personagem e não fazer com que ela seja um super soldado logo do nada igual era nos anteriores, tenho bastante confiança no próximo jogo da série e jogarei com certeza.

O jogo tem legendas e interface toda em português, menos a dublagem, então você vai poder ler todos os documentos que encontrar por ai.

Assassin’s Creed IV – Black Flag: Vocês estão prontas, crianças?


Não achei esse vídeo dublado, se alguém achar deixe aí nos comentários que eu edito aqui depois.
A legenda tem que ativar ali no vídeo, se quiserem é claro.

Olá, sou eu de novo! Como vocês puderam ler no título, hoje falaremos de jogo grande, o que me deu um pouco de receio em fazer esse review, mas vamos lá! Hoje falaremos de pirataria, mas não de jogos e sim de pirataria de verdade! Então peguem sua tripulação, seu navio e partiremos para o Caribe!

Sinopse:

O ano é 1715. Piratas governam o Caribe e estabeleceram sua própria República sem leis, onde corrupção, ganância e crueldade são comuns.
Entre esses bandidos está um jovem capitão impetuoso chamado Edward Kenway. Sua luta pela glória lhe rendeu o respeito de lendas como Barba Negra, mas também o colocou em uma guerra antiga entre Assassinos e Templários, uma guerra que pode destruir tudo o que os piratas têm construído.
Bem-vindo à Era de Ouro da pirataria.

linha

miniAssassin’s Creed – Black Flag é um jogo de Ação e Aventura, desenvolvido pela Ubisoft Montreal e distribuído pela própria Ubisoft. Como de costume dos Assassin’s Creeds a Ubisoft sempre melhora e inova de jogo para jogo da franquia e dessa vez não foi diferente, em palavras curtas e talvez não tão boas assim, podemos dizer que Black Flag é o que acontece quando Assassin’s Creed conhece Far Cry. Eles pegaram pontos fortes de Far Cry 3 e juntaram com Assassin’s Creed, por exemplo o sistema de criação de itens (que eu acho que já tinha no 3, mas eu não joguei o 3 ainda, então eu provavelmente falarei muita merda nesse post), você vai caçar animais e tirar o couro deles pra fazer itens para melhorar sua barra de vida, aumentar a quantidade de armas que você pode carregar, quantidade de balas que você pode carregar, esses tipos de coisa, tal como no Far Cry 3.

AC4BFSP 2013-11-27 17-02-49-770

Black Flag tem um mundo grande e muitas missões secundárias para você fazer, se você quiser fazer 100% do jogo, você vai levar um tempo, eu mesmo terminei o jogo com 72%, o resto era missões secundárias e itens escondidos que eu não peguei. As batalhas navais do jogo são sensacionais, você e sua tripulação navegando para onde quiser e quando quiser mar a dentro caçando Navios inimigos, atacando eles para invadi-los e depois saquear todas as mercadorias que tem nele. Conforme você ataca Navios inimigos, a sua notoriedade aumenta e faz com que caçadores de piratas venham atrás de você, já que sua cabeça tem uma recompensa grande. Quando você afunda um navio sem invadi-lo você saqueia só uma parte das mercadorias que tinham nele, mas quando você o inativa e depois o invade, saqueie toda a mercadoria. Após fazer isso, você tem opções do que fazer com o Navio deles: pode usá-lo para reparar o seu Navio, se você tiver com notoriedade alta; pode usar o Navio para abaixar o seu nível de notoriedade e fazer com que caçadores não te persigam; ou pode adicionar aquele navio a sua frota. Saqueando os Navios você consegue Açúcar, Rum, Madeira, Ferro e Tecido, que tirando Açúcar e Rum que só servem para vender e conseguir gold, Madeira, Tecido e Ferro. São úteis para você melhorar o seu Navio, adicionando mais canhões, melhorando o casco dele, esses tipos de coisa.

Materiais

A parte da pesca do jogo não vou dizer que é polêmica, até porque o jogo retrata bem como era naquela época: você sendo um capitão do Navio, tem que zelar pelos seus tripulantes e em alto-mar você não tem muita opção do que comer, então você sai para pescar tubarões e baleias. A caça não é automatizada como você já deve imaginar, então só lhe resta entrar em um barco com arpões e atirá-los no tubarão ou na baleia. O jogo não tem um sistema de alimentação para você ter que se preocupar, então a caça desses animais simboliza que você irá alimentar sua tripulação, mas na realidade a função é você conseguir couro de tubarão ou de baleia para fazer itens e até roupas.

Cuidado com o Greenpeace!

Cuidado com o Greenpeace!

Existem mapas de tesouros que você encontra em corpos mortos já em forma de caveira, que indicam uma coordenada aonde tem um tesouro, seja ele em Reales (unidade monetária do jogo) ou em Plantas de melhoramento de Elite para o seu Navio. Achei bem legal esse sistema, claro, quando o mapa é fácil de entender, porque tem alguns mapas que são muito difíceis para se encontrar o local.

Assassins-Creed-IV-Black-Flag-gets-a-13-minute-long-commented-gameplay-video-treasure-map-Misteriosa

Você também poderá explorar locais embaixo d’água, de antigos naufrágios com tesouros que afundaram junto com o Navio. Dentre eles, tem um que eu acho bem legal e tem até um Easter Egg do que se pode dizer ser o Kraken.

Uma coisa que muitos jogadores reclamavam nos jogos anteriores era a parte do jogo que era fora do Animus (Animus é o simulador que você usa pra acessar as memórias do Desmond e viver o jogo). Nesse jogo, a Ubisoft diminuiu o tempo que você joga fora do Animus, maior parte do tempo você joga dentro dele.

Uma coisa que eu acho muito legal na série é que os personagens do jogo são personagens que realmente existiram: Barba Negra, Calico Jack, Mary Read, dentre outros; e eles morriam da mesma forma que morreram na realidade, então se você conhece história, provavelmente você vai saber algumas coisas que irão acontecer no jogo.

Calico Jack, Adéwalé, Edward Kenway, Barba Negra e um pirata qualquer.

Calico Jack, Adéwalé, Edward Kenway, Barba Negra e um pirata qualquer

Acho que jogos de mundo aberto tendem a ter uma maldição, os bugs, assim como Skyrim tem seus bugs, GTA, Saints Row, qualquer jogo de mundo aberto tende a ter bugs e com Black Flag não é diferente. Talvez eles já tenham até consertado os bugs através de atualizações, mas eles de fato existiram. Alguns faziam com que você não conseguisse continuar o jogo e tivesse que falhar na missão ou reiniciar a missão no último checkpoint, mas outros de fato faziam com que você desse boas risadas por serem muito engraçados. Enquanto eu jogava, presenciei alguns bugs, sendo eles um homem apanhando de um outro homem até então invisível, um cachimbo voador e falante e o meu Navio cair do céu ou surgir das profundezas do oceano misteriosamente. Mas esse último bug foi o de longe mais engraçado que já vi até agora, comigo só aconteceu metade dele, não da mesma forma que acontece no vídeo.

No geral o jogo é muito bom e muito bonito, o que me faz pensar o quão bonito vai estar quando sair para os consoles da próxima geração. E o jogo está totalmente localizado para o português brasileiro, não é aquele português com sotaque de gringo falando português, é português do Brasil mesmo. Claro que a dublagem é de época, não faria sentido nenhum o jogo se passar na era de ouro da pirataria com dialeto atual do século 21.
Eu também era contra a Ubisoft lançar um AC por ano, mas se todos eles estiverem no mesmo nível do Black Flag, tenho a dizer que eu aceitaria numa boa um por ano! 😀


OUÇA NOSSO PODCAST!
ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
MAIS ACESSADOS
Pular para a barra de ferramentas