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Uzumaki e o medo de espirais
Espirais podem ser assustadoras, podem sim, é o que a ótima obra de horror Uzumaki de Junji Ito nos mostra.
Uzumaki conta a história da pequena e pacata de cidade de Miracema do Norte Kurozu e seu problema com espirais, isso mesmo espirais, nada de fantasmas, monstros, entidades místicas ou bonecos encarnados, apenas espirais.

 

campo

 

No primeiro capítulo conhecemos a protagonista Kirie e seu namorado Shuichi, que quer sair da cidade a todo custo antes de ficar louco.
Shuichi parece ser o único a notar a atmosfera inquietante da cidade, onde os habitantes pouco a pouco começam a desenvolver uma estranha obsessão por estruturas em espiral, nuvens, caracóis, redemoinhos ou qualquer coisa parecida.
Enquanto Kirie parece um pouco cética quanto a aparente insanidade dos habitantes de Kurozu, Shuichi a cada capítulo vai ficando cada vez mais obcecado pela teoria das espirais.

 

uzumaki

 

Com o passar dos capítulos a cidade vira um verdadeiro show de bizarrices, e é aí que a criatividade de Ito reina, Ito é conhecido por ter o dom de perturbar o leitor, e em Uzumaki não foi diferente. As cenas em que os habitantes surtam são incríveis e horrendas.
A história traz todo aquele clima tenso e misterioso que rapidamente nos faz lembrar de H.P Lovecraft, influência de Ito, assim como as obras de Kazou Umezu, mangaká conhecido por seus contos de horror.

 

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A arte é simples, porém as paisagens são um show à parte, o autor consegue transparecer o inquietante mundo de Uzumaki sem apelar para a violência com uma narrativa simples e que faz você querer ler logo o próximo capítulo.
Uzumaki foi lançado entre os anos de 98 e 99, e publicado em solo tupiniquim pela editora Conrad, lá no início dos anos 2000.

 

Zelda e a tradição de uma franquia de grandes jogos

Essa semana, a série The Legend of Zelda (que, graças a esse título todo mundo em algum momento já pensou que “Zelda” era o nome do “carinha de verde”), completa 30 anos do lançamento do seu primeiro jogo, para o NES (Nintendinho), em 1986. De lá pra cá, a série marcou presença em todas as gerações de consoles e portáteis da Nintendo, se estabelecendo como uma das maiores franquias da casa, e também, da indústria de entretenimento em geral.

Mas não são os números de vendas ou de jogos que impressionam na série, e sim, a qualidade que a franquia manteve ao longo dos anos. É quase uma aposta certa, a cada novo console da Nintendo (tendo este sucesso ou não), a série Zelda produzirá um clássico que cairá no gosto tanto do público, como da crítica. (Confira o especial do Geek Vox: http://geekvox.com.br/2016/02/the-legend-of-zelda-30-anos-de-pura-aventura/

Vamos analisar levando em conta as notas do agregador Metacritic. Para o GameCube, “The Wind Waker”, de 2003 e “Twilight Princess”, de 2006 possuem a mesma media 96! “Skyward Sword” do WII tem 93. “Phantom Hourglass” do DS tem 90. O remake do clássico “A Link To The Past” para GBA, lançado em 2002, possui 95. E claro, para o Nintendo 64, as obras-primas “Majora’s Mask” e “Ocarina of Time”, com 95 para o primeiro, e IMPRESSIONANTES 99 para o último, que é amplamente considerado como o maior jogo de todos os tempos. (Importante lembrar que estes dois ganharam recentemente versões lindíssimas para o 3DS).

zelda

 

Acredito que um dos motivos principais sejam os grandes gênios por trás da série, mas em especial, Shigeru Miyamoto. O lendário criador do Mario, só não é mais conhecido por ter sido o criador de Zelda, porque o encanador símbolo da gigante japonesa é um dos personagens de cultura pop mais importantes e conhecidos no mundo. Caso contrário, ser a mente por trás de The Legend of Zelda já seria o pico máximo da carreira de qualquer outra pessoa.

Seja qual for o motivo, o fato é que Zelda é a prova de excelência definitiva nos videogames. Pode não ser a franquia mais importante como Mario, ou mesmo a mais vendida. Mas é inegável que a série é um dos grandes estandartes da indústria dos videogames. Tecnicamente e emocionalmente, alguns jogos atingiram o mais próximo possível da perfeição (Ocarina of Time é, com certeza um deles). Link é um dos grandes personagens da história dos videogames. Tudo em Zelda é incrível, além de nos fazer pensar, o que aconteceu com a Nintendo que produzia obras de arte de maneira rotineira nos anos 80 e 90. Enquanto não descubrimos a resposta, vou revisitar a versão de Ocarina of Time para o 3DS e já sei o que esperar: uma das experiências de cultura pop mais espetaculares que já vi. Isso é Zelda. Por 30 anos.

Sobre como eu “solei” o Dans da Kabum Orange

Alô Geeks,
Rizzato na área todo solador.

Acontece que semana passada o Geek Vox foi convidado pela LG e pela Riot (que chamarei de RITO, porque sou v1d4 l0k4) para conhecer um novo produto da linha gamer.

Como único manjador das três lanes de Summoner’s Rift desse site, fui enviado para esta quest junto com um dos ouvintes que eu costumo carregar nas jogatinas de League of Legends, o Rodolfo (conhecido como Arashiro, o feeder).

Fomos recebidos por nossos mains (personagens que são do hall dos que conhecemos mais): meu Wukong e a Irélia do Arashiro (baita coincidência).

Se liga nesses cosplays fodas!

Se liga nesses cosplays fodas!

Depois da calorosa recepção da staff da RITO fomos apresentados ao monitores gamers bolados que a LG já disponibilizou no mercado: a série Ultrawide com proporção 21:9!

Na real os monitores de 29″ e 34″ não são só para games. Eu olhava para aquelas telas estendidas e já conseguia me imaginar editando um vídeo/podcast com uma área enorme destinada às linhas do tempo dos Adobe Audacity e Premier, e ainda ter o Photoshop aberto de um lado e o Illustrator em outro graças à tecnologia 4 Screen Split, que cria até 4 janelas personalizáveis com um clique.

Monitor LG Ultrawide 34UM67

Comparação do Monitor LG Ultrawide 34UM67 com um monitor comum

Porém o recurso Freesync é o que mais chamou a atenção e o que torna o monitor perfeito para jogos. Ele sincroniza a taxa de quadros da placa de vídeo com a de atualização do monitor, eliminando aquela impressão que nos dá de que o gráfico do jogo está “quebrado” em algumas partes, deixando a movimentação dos elementos muito mais fluida.

Para demonstrar que não estava de brincadeira a LG anunciou o patrocínio às duas equipes de League of Legends da Kabum, a Orange e a Black, e preparou uma jogatina com as botlanes das duas se enfrentando.

De um lado a Orange, com o atirador Dans e o suporte Ziriguidun, e do outro a Black, com o atirador Matsukaze e o suporte Espeon.

Arashiro, Rizzato, Ziriguidun e Dans

Arashiro, Rizzato, Ziriguidun e Dans

Deu para perceber que os monitores de 21:9 realmente davam vantagem para os jogadores por causa da maior área de visão que ele proporcionava. Para quem entende do joguinho: tu tava atacando a torre enquanto podia ficar de olho na entrada do rio.

Depois desta partida o evento chamou por jornalistas que estivessem dispostos a jogar também. Claro que eu levantei na hora e me prontifiquei!

O Espeon me cedeu a conta, a cadeira (o mouse do rapaz era o oficial da Fnatic, bem maneiro) e o parceiro: por uma rápida partida eu fui suporte pro Matsukaze.

Rizzato e Matsukaze, a nova dupla da botlane da Kabum Black

Rizzato e Matsukaze, a nova dupla da botlane da Kabum Black

Enquanto isso o Rodolfo foi para o outro lado e fez parceria com o Dans.

Começo da partida foi bem dominante. Matsukaze tryhardou e foi de Annie, eu peguei Tahm Kench (para delírio do GordoX), Dans estava de Thresh (GOD! Nem sei quantos hooks eu tomei na cara) e o Arashiro foi de Ezreal. Meus momentos preferidos foram quando salvei a Annie depois do Matsukaze fazer uma jogada bem agressiva de Flash+Tibers pra um double kill embaixo da torre, e quando o Dans agressivou meu Tahm Kench e consegui trocar kills com ele (soladinho!).

Ganhamos a partida, claro, e passei o resto da noite ouvindo o Arashiro chorar.

Rizzato desligando.

As runas eram meia-boca, mas o mouse era maneiro. Valeu pelos empréstimos Espeon.

As runas eram meia-boca, mas o mouse era maneiro. Valeu pelos empréstimos Espeon.

Arashiro, Rizzato, GordoX e Lunacy

Arashiro, Rizzato, GordoX e Lunacy

GordoX e Lunacy narrando a partida.

GordoX e Lunacy narrando a partida.

Middle-earth: Shadow of Mordor – Best Orc killing simulator 2014

Olá povo, estou aqui de novo para trazer para vocês um “review”, porém esse vai ser diferente, eu joguei tanto esse jogo que eu não consegui parar e analisar ele de uma forma sistemática, eu simplesmente joguei ele e gostei, então esse “review” não vai ser tão completo, longo e analítico, vai ser como aquelas conversas sobre video-game que você tem com os seus amigos numa rodinha de conversa, hoje eu vou falar sobre Middle-earth: Shadow of Mordor e eu prometo tentar ser o mais “spoiler free” possível. :C

talionShadow of Mordor é um jogo de ação e aventura desenvolvido pela Monolith Productions e distribuído pela WB Games. Ele se passa no universo do Senhor dos Anéis, mais precisamente entre o Hobbit e o Senhor dos Anéis, você controla Talion, um personagem que só existe no jogo mesmo, você é um Guardião que morre e tem o seu corpo “possuído” pelo espectro de um Elfo, então você é basicamente um morto-vivo com duas almas, você vive nos dois mundos, o real e o espiritual. Você percorre Mordor matando Orcs, Uruks e afins em busca de descobrir a verdade por trás desse Elfo que divide o seu corpo com você, descobrir a origem dos anéis do poder, construir o seu legado e confrontar toda a maldade de Sauron.

O jogo tem um estilo que algumas pessoas chamam de “Arkham Style” (por causa dos jogos do Batman), aquele combate mais cinematográfico, que você pode contra-atacar o golpe do inimigo a qualquer momento e fazer aquela luta bonita cheia de pancadaria sem tomar dano algum, mas claro que nem todos os golpes podem ser contra-atacados, então você tem que desviar, interromper, sei lá, te vira.
A mecânica do jogo é bem customizável, você desbloqueia habilidades com pontos que você ganha cada vez que “sobe de nível”, você desbloqueia melhoramentos para o seu personagem com o “dinheiro” do jogo, você pode equipar Runas nas suas armas (Espada, Adaga e Arco) que dão algum efeito, tal como: aumentar o dano quando a sua contagem de combo estiver acima do 30, recuperar todo o seu HP e Concentração após matar um Capitão, entre outras coisas.

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Existe um sistema de “Nemesis” que faz uma das coisas mais da hora que eu já vi atualmente no mundo dos games, como o seu personagem é tecnicamente imortal por ser um “morto-vivo”, mesmo que sua vida chegue ao zero, você não morre, é só teleportado para uma Torre de Forja próxima, porém o jogo não “volta”, ele continua, mesmo tu morrendo o tempo passa e coisas acontecem, inclusive o Orc/Uruk que te derrotou é promovido a uma patente maior na hierarquia militar deles, ele fica mais forte e dependendo da patente ganha soldados, gangues e afins, pode acontecer também deles notarem que não conseguirão te derrotar e baterem em retirada. Então basicamente, quanto mais você perde, mais forte os inimigos ficam, eles também tem lutas internas de poder, um Orc/Uruk desafia o outro pra um Duelo e o vencedor fica mais forte e se a patente do que perdeu for maior que a do que venceu, o que venceu assume a patente do que perdeu, então mesmo que você simplesmente fique apenas andando pelo mundo matando Orcs/Uruks, outras coisas acontecem no background e isso é muito bom, eu não sei quanto a vocês, mas sempre que eu era derrotado por algum inimigo, eu voltava lá pra matar ele e me vingar.

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Quando você da “engage” com um capitão ou chefe, acontece um curto diálogo “apresentando” ele pra você e se ele for um inimigo que já te derrotou antes, ele vai fazer referência a isso. No decorrer do jogo você libera um esquema de enviar ameaça de morte para capitães/chefes, quando você faz isso, o alvo da ameaça fica mais forte e ganha guarda costas e quando você da “engage” nele, ele faz referência a sua ameaça.

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Em certas partes do jogo você tem que pensar como um estrategista militar mesmo para levar vantagem nessa guerra contra Sauron, você analisa a situação e vê uma forma de passar por ela sem alertar geral, passar no Stealth, ou executar inimigos sem alertar os outros, tem várias formas de se fazer as coisas, porém se você estiver em uma Fortaleza Orc/Uruk e eles acionarem o alarme, não tente ficar lá matando eles, não acabam, eu tentei. Em outras partes você para e pensa que se você fizer tal coisa agora, vai facilitar uma missão no futuro, por exemplo: você vai matar um Chefe Orc, porém ele tem capitães como guarda costas, afinal, é um chefe, como você pode fazer pra facilitar a sua luta com o Chefe sem precisar ter que lutar contra ele e os capitães ao mesmo tempo? Mate os capitães que são guarda costas dele um por um (ou use uma habilidade que você libera futuramente para “marcar” o capitão e fazer ele virar seu aliado, assim na hora de lutar com o Chefe vai ser você e os guarda costas dele contra ele) e assim na hora que você for lutar com ele, não vai ter nenhum guarda costa pra ajudar, será só você e ele, além de que é sempre bom você procurar por informações para descobrir as fraquezas e forças do Capitão/Chefe.

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O jogo é relativamente longo, eu levei quase 32 horas para completar 100% dele (Side Quests, Desafios e afins), os gráficos dele são lindos, tá muito bem otimizada a versão de PC, no começo eu tinha ficado até assustado com a história de que ia precisar de 6GB de Vídeo para o jogo rodar no Ultra com a DLC de textura HD, ai eu fiquei imaginando o que precisaria pra rodar abaixo disso, mas eu consegui rodar ele no High sem problemas nenhum, o cara que otimizou esse jogo devia otimizar todos os jogos do mundo, tá muito bem feito, a dublagem tanto como Inglês e Português é sensacional, principalmente em português, você encontrar o Seu Sirigueijo e o Homem-Sereia é muito bom, sem contar que o filho do Talion é o Goku. haha

Eu só tenho uma reclamação desse jogo, mas é reclamação pessoal, ele tem o mesmo esquema do Assassin’s Creed do botão de correr ser o mesmo para escalar as coisas, não sei se é só comigo, talvez eu seja horrível em video-game, mas as vezes acontecia de eu estar correndo e passar perto de uma parede, o infeliz do personagem escalar a maldita parede sem motivo nenhum em vez de continuar correndo. x-x
Achei ele um jogo relativamente fácil, mas isso não tira nenhum mérito dele, é um jogo muito bom, eu só não dou nota máxima pra ele por causa dessa reclamação pessoal mesmo.

Bom, eu acho que é só isso, se você se interessou pelo jogo, você pode compra-lo na Steam por R$ 90,99 ou R$ 126,99 a versão Premium que inclui o Season Pass.

O jogo foi lançado para PC, PS4 e Xbox One no dia 30 de Setembro e será lançado para PS3 e Xbox 360 no dia 18 de Novembro.

Até a próxima e lembrem-se:

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Os bichinhos de estimação dos Geekvoxers!

Domingo passado foi dia de Geek Vox, e o tema foi Bichinhos de Estimação, você pode ouvir clicando aqui. Depois de conquistar mais um pouquinho os fãs, falando do que a gente mais ama, nossos filhotes bichinhos, o Nanni, fez um post para dar espaço as fotos dos bichinhos dos Geekvoxes. Se você ainda não sabe, o GV tem um grupo no Facebook só para os fãs, ou melhor, os Geekvoxers. Você pode entrar lá e pedir para a equipe te adicionar ao grupo, clicando aqui!

Confira as fotos fofinhas:

Nanni com Shadow e Laika - Raça: Pastor Belga

Nanni com Shadow e Bella – Raça: Pastor Belga

Marcelo Urbano e Popó!

Marcelo Urbano e Popó!

 

Guilherme Padalecki e a Latifah - R.I.P. (Esperamos mesmo que ela tenha ido para um lugar melhor cheio de ossinhos, e não fique te espiando no banheiro como o Maroto disse.)

Guilherme Padalecki e a Latifah – R.I.P. (Esperamos mesmo que ela tenha ido para um lugar melhor cheio de ossinhos, e não fique te espiando no banheiro como o Maroto disse.)

 

Esse é o tufão junto com o pé de alguém - Dono: Diego Alexandrino

Esse é o tufão junto com o pé de alguém – Dono: Diego Alexandrino

 

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Viny S. Santos e seu roedor, acho eu, um hamster.

Um dos gatos de outro Luis Paulo.

Um dos gatos de outro Luis Paulo.

 

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Esse é o Faísca, uma mistura louca de deschound e pincher, segundo a dona Juliana Torres Nascimento. -Para a Ju ele se chama Batdog. <3 - cobina mais mesmo Ju! hahahaha

Esse é o Faísca, uma mistura louca de deschound e pincher, que para a dona Juliana Torres Nascimento, é Batdog. TÃ NÃ NÃ NÃ NÃ NÃ NÃ BATDOG!

 

Chamusca, ou melhor, chamuskovisky, porque ela já é uma Geekvoxer. - Dona: Renata Blomer

Chamusca, ou melhor, chamuskovisky, porque ela já é uma Geekvoxer. – Dona: Renata Blomer

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Esse pertence ao Evandro Rudnei, que tem uma imaginação incrível e colocou o nome de Cachorro no cachorro dele.

Esse é o Johnny, ele é transexual e é do Baku, um dos nossos colaboradores.

Esse é o Johnny, ele é transexual e é do Baku, um dos nossos colaboradores.

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Fred,o poodle que não irrita, do Vitor Fernandes. – Vai voltar para assombrar o Doug.

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Yugi comemorando seu aniversário, com o dono Mauro Garcia

Esse é o gato (o bichinho, ta gente?) do Julio Ranger:

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Wender Carlos Costa e o Costelinha

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Nós sentimos pela Vicky, mas fica aqui a nossa homenagem:g

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O outro Fred, que deita em cima do computador quando quer a atenção da Luiza Toledo.

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Marx e Beauvoir, do atrasado do Guilherme Peace.

Esse foi o post mais fofo da história do Geekvoxes, porque quem é GVoxer sabe do que eu estou falando. Mas por último vou esbanjar minha gatinha fofa para vocês:

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Até a próxima, seus geeks lindos!

Guardiões da Galáxia – A nova franquia da Marvel

Olá Galera!

O que dizer de Guardiões da Galáxia? Esse filme que antes de ver já dizia: “Não assisti mas já considero Pakas”. Minhas expectativas eram altas, pelo simples fato de que é a Marvel Studios, e a mesma cometeu apenas um grande deslize em todos os filmes de seu universo nos cinemas (Iron Man 3), e conseguiu agradar a maioria com Vingadores e Capitão América 2, por exemplo. Porém, é bem arriscado tentar produzir uma adaptação cinematográfica da HQ Guardiões da Galáxia, com personagens desconhecidos do grande púbico. A Marvel acaba de criar um novo segmento para seu universo nos cinemas: Espacial.

GotG

É óbvio que Guardiões pertence ao mesmo universo que conhecemos nos outros filmes, mas essa nova franquia estabelece e explora algo diferente. Não digo isso apenas por se tratar de uma história que se passa fora da terra, mas também por ter uma abordagem mais ousada, descompromissada e engraçada. Ao mesmo tempo, equilibra trazendo os aspectos sérios de uma forma interessante, sem ficar destoante com o restante do longa.

Conheça um pouco os personagens:

Peter Quill

– Peter Quill (Star Lord)

O líder humano é um orfão que foi abduzido, ainda quando criança, logo após a morte de sua mãe. O único objeto que levara consigo: Um Walkman.  Se tornou um saqueador pela galáxia.

Gamora

– Gamora

A última de sua espécie, é uma assassina ligada a Thanos.

Drax

– Drax

Tem apenas um objetivo de vida: Vingar com os próprios punhos a morte de sua família causada por Ronan.

Groot

– Groot

Uma árvore viva que tem a capacidade de dizer apenas uma coisa… “I am Groot” – Groot.

Rocket

– Rocket

O guaxinim geneticamente modificado é o mais carismático e engraçado do grupo.

A história é simples e cria uma maneira inusitada de juntar os anti-heróis em um objetivo em comum contra Ronan (Que tem ligação com Thanos). O mais interessante não é a história, mas a jornada percorrida pelos ótimos e envolventes personagens que são apresentados. Os coadjuvantes também são bem introduzidos, e ajudam a entregar um ritmo muito bom para o filme. Guardiões da Galáxia é excelente. O clima e a ambientação lembram bastante “Star Wars”, de uma forma peculiar e visualmente incrível. A trilha sonora é espetacular, e a forma que interage com as cenas é sensacional. Sem dar muitos detalhes para não estragar nenhuma surpresa, encerro apenas dizendo que vale muito a pena, e você não irá se arrepender de ir ao cinema.

A aposta da Marvel foi surpreendentemente (Ou não) bem executada. A continuação já foi confirmada. A cena pós-créditos não foi exibida ainda em nenhuma cabine de imprensa ou premiere.

Se restava alguma dúvida se você deveria ir assistir amanhã, espero ter te convencido. 🙂

[Micro-Review] South Park: The Stick of Truth

Fala galera, sou eu de novo!
Hoje venho trazer o review de um dos jogos mais engraçados já feito, hoje venho falar de “South Park: The Stick of Truth“.

Diferente dos outros eu acho que esse review vai ser mais curto, já que não tem muita coisa pra se falar dele sem dar spoiler, ele é um jogo bem simples pra falar a verdade, mas continua sendo muito bom.

cantoSouth Park: The Stick of Truth é um jogo de Ação, Aventura com RPG, desenvolvido pela Obsidian Entertainment e distribuído pela Ubisoft. Ele segue uma mecânica parecida com Final Fantasy, em um combate baseado em turnos, mas diferente do Final Fantasy que você escolhe a ação do personagem e espera, nesse jogo você tem uma participação a mais no combate. Se você simplesmente colocar o seu personagem para bater e esperar, ele vai lá e bater no inimigo, mas vai dar um dano ridículo de fraco, mas se você apertar o botão certo na hora certa, você vai dar uma espécia de “boost” (no Final Fantasy VIII eu acho que tem um esquema de Boost também, mas é só em ataques especiais, Maroto pode confirmar pra mim :P) no seu ataque fazendo com que ele seja muito mais forte e efetivo. Jogo tem um sistema de bloqueio no combate também, se você apertar o botão na hora certa, você poderá bloquear uma parte do dano, não totalmente. Assim como cada habilidade do jogo tem uma forma diferente de ser executada, desde apertar o botão certo na hora certa, até ficar girar o analógico e apertar o botão quando aparecer um brilho na tela. Tem um sistema de invocação também, após você fazer algumas missões para uma certa pessoa, ela pode oferecer o auxilio dela em forma de invocação para você em uma luta, e essas invocações são uma mais engraçada do que a outra.

South Park - The Stick of Truth 2014-03-05 16-49-31-221

É como um RPG tradicional, você tem o seu equipamento, consegue equipamentos melhores no decorrer do jogo, pode melhorar os seus equipamentos adicionando encantamentos neles, conforme você sobe de nível você desbloqueia habilidades novas, aprimoramento para essas habilidades e assim por diante. No jogo você pode escolher entre 4 classes: Lutador, Ladrão, Mago e Judeu.

South Park - The Stick of Truth 2014-03-05 03-42-31-170

Como todo mundo que conhece South Park esperava, o jogo é racista, apelativo, pesado e totalmente impróprio para menores, assim como o próprio desenho. Isso é um ponto muito forte, eles conseguiram fazer com que você tivesse a sensação de estar o tempo todo assistindo um episódio de South Park, se não tivessem as batalhas ou você ter que movimentar o seu personagem pelo mapa, você poderia claramente dizer que estava assistindo um episódio. As referências nesse jogo são gigantes, mas a maior delas é Skyrim, tem várias referências no jogo como: Matrix, Senhor dos Anéis, Dungeons & Dragons, Zelda e por ai vai. Mas Skyrim está como referência na maior parte do jogo, tanto que chamam o seu personagem de Dragonborn.

South Park - The Stick of Truth 2014-03-04 18-55-23-348

O jogo é basicamente uma zoeira sem limites, ele também possuí side quests que são tão divertidas e engraçadas quanto as quests principais do jogo como: Bater em mendigos, procurar Jesus na igreja, etc.
Esse jogo foi feito para fãs de South Park ou aquelas pessoas que não são moralistas, porque vai ter muita coisa pesada nesse jogo do tipo: bater em mulher, bater em mendigos, nazistas, zumbis nazistas, gatos zumbis nazistas, ratos zumbis nazistas, fetos zumbis nazistas, pedófilos e dai por diante.

Por ter sido feito como a animação, eu acho que pra ela fluir de forma correta o jogo teve que ser travado a 30 FPS, mas isso não tira o mérito do jogo e nem estraga ele, ele continua sendo um ótimo jogo.
Em resumo, South Park é obrigatório para quem é fã da série e também serve para aqueles que não são tão fãs assim mas gostam do estilo da série, ele tá com dublagem original dos personagens e a trilha sonora tá engraçada e legal ao mesmo tempo.

O jogo foi lançado para Xbox 360, PS3 e PC, sem censura nenhuma na versão americana, dizem que a versão europeia sofreu censura. E o jogo tá totalmente em português, exceto a dublagem é claro, mas a legenda e interface do jogo está toda em português.

E lembrem-se:

Jamais.

Jamais.

[Primeiras impressões] UnEpic – Quem nunca foi mijar e foi teleportado para uma Dungeon?

Fala galera, sou eu com mais um “review“, porém esse será diferente, ele não será um review completo, será um de “primeiras impressões“, sendo assim ele não vai falar completamente sobre o jogo e não será muito longo, apenas falarei as primeiras impressões que tive jogando ele, sendo boas ou ruins. Assim como também não irei dar notas ao jogo, já que não joguei ele todo, não tem porque eu dar uma nota para ele.

E hoje eu venho falar de UnEpic.

cantoUnEpic é um jogo Indie feito pelo desenvolvedor espanhol Francisco Téllez de Meneses e publicado pela ninagamers, o jogo é um Action RPG de Plataforma e possui aquele estilo conhecido por muitos jogadores como “Metroidvania”, que é um estilo de jogo Action de Plataforma mas com exploração, tal qual como Metroid e Castlevania.

Além disso o jogo possui uma ficha técnica de RPG mesmo, você vai subir de nível com o seu personagem e ganhar pontos para você distribuir como você quiser na sua ficha técnica, então você vai poder fazer o seu personagem da forma que você quiser, seja usuário de armas de corpo a corpo, armas de longa distância como arco e flecha ou usuário de magia. Ele também tem opção de criação de poções, não sei dizer se essa é a única forma de Crafting que o jogo tem, já que ainda não terminei ele.

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O jogo tem característica das armas serem efetivas contra alguns inimigos e nem tão efetivas assim contra outros, por exemplo a espada, ela é efetiva contra inimigos “vivos”, feitos de carne, ou que sangram, depende de como você quer classifica-los, mas ela não é efetiva se você for bater em um Gárgula em forma de pedra, ou em algum Golem, pra esses inimigos é mais efetivo o uso de uma maça, assim como a maça não é tão efetiva quanto a espada contra inimigos que eu mencionei anteriormente.

Tem uma variedade muito grande de inimigos e Bosses, missões extras (side quests), assim como desafios que se completados vai lhe conceder uma boa recompensa e claro, tudo isso mantendo um grande grau de desafio, fazendo com que o jogo não seja tão fácil assim.

Em UnEpic você vai encontrar muitas, mas muitas referências sobre outros jogos, filmes e até livros, como por exemplo: Castlevania, Zelda, Senhor dos Anéis, Star Wars, World of Warcraft, Starcraft, Matrix , Dungeons & Dragons e muitos outros. Se você gosta de piadas e referências esse jogo é ótimo para você, ele também tem tradução em português do brasil, então você vai poder ler toda a história e diálogos no decorrer do jogo. 

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UnEpic já começa um tanto cômico, você está na casa de um amigo seu jogando RPG de Mesa, você diz que precisa ir ao banheiro, quando você chega lá as luzes se apagam e você começa a achar que seus amigos estão brincando com você, quando você se da conta você não está mais no banheiro da casa do seu amigo, você foi parar em uma Dungeon, você acha que seus amigos botaram alguma coisa na sua bebida e que tudo aquilo é alucinação sua, se é realmente uma alucinação ou se ele foi teleportado pra lá e é a realidade, teremos que descobrir.

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Você pode colocar teclas de atalhos para os seus itens e armas, fazendo assim que você tenha mais facilidade em trocar de arma no meio da batalha, já que como eu disse lá em cima, algumas armas são mais eficientes do que as outras dependendo do seu inimigo, assim também como é recomendado você colocar um atalho para o uso das Poções, já que o jogo não pausa quando você abre o menu, ou inventário e não é muito bom você querer abrir o inventário no meio da batalha para usar a poção, até você conseguir você já morreu.

O jogo tem um modo Multiplayer, mas eu ainda não tive a oportunidade de testa-lo para ver se é bom e qual é a quantidade de jogadores que podem jogar com você simultaneamente. Únicos pontos fracos que encontrei no jogo por enquanto foi o pulo do personagem ser meio estranho, não é bem fluído o pulo dele, a distância deveria ser um pouco menor também, o jogo fica muito pequeno na tela, assim como o personagem, se fosse um pouco maior seria perfeito, e o outro foi as opções do jogo, até a ultima vez que eu joguei ele, elas estavam um pouco bugada, tanto que eu fiz umas alterações uma vez e estraguei o jogo todo, eu tive que fazer um monte de procedimentos lá pra poder arrumar o jogo de novo, ele tem suporte pra controle, então se você tem um controle de Xbox PC você vai poder jogar com ele, ele não é full suporte, então não são todos os botões do seu controle que ele vai usar, se eu não me engano são 3 botões que o jogo não usa, também não encontrei a opção de você mesmo programar as funções de cada botão do seu controle, se alguém souber como faz isso, me avise.

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Obrigado aos geeks que já votaram no @ShortyAwards

Estamos concorrendo ao Shorty Awards na categoria #Podcaster! Abaixo, a lista dos geeks que já votaram na gente! Já antecipamos aqui o nosso muito obrigado!

*** Quer aparecer aqui mas ainda não sabe como votar? Clique aqui ***

 

Muito obrigado!

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Review: Assassin’s Creed Liberation HD para Xbox 360

A aclamada série Assassin’s Creed, da Ubisoft é muito conhecida pela qualidade de seus jogos. Mecânica, enredo, gráficos e combates. Tudo funciona muito bem, seja para o PS Vita ou para consoles de mesa.

Recentemente, Assassin’s Creed Liberation, lançado originalmente para o PS Vita, chegou ao Xbox 360 e PC, em uma versão HD. Gráficos remasterizados em uma jogabilidade que não perde em nada para sua última edição, Black Flag.

Em Assassin’s Creed Liberation você assume o controle de Aveline de Grandpré, uma mulher de origem afro-francesa que busca justiça nas ruas de Nova Orleans em 1780.

Gráficos

Para um jogo “remasterizado”, os gráficos estão muito bons. O trabalho da equipe de produção durante o port deve ter sido intenso, pois não me senti incomodado ao jogar, mesmo sabendo que no momento estou com Assassin’s Creed Black Flag em mãos. Claro que não é a mesma qualidade, mas também não é ruim.

O video abaixo, da Gamespot chega a assustar, de tão diferente que ficaram as versões Xbox 360 e PS Vita:

Jogabilidade

Um dos pontos mais fortes do jogo. Você deve trocar de estilo com Aveline, escolhendo entre Assassina, Escrava ou Madame. Cada estilo confere habilidades e pontos negativos diferentes.
Jogando de Assassina, você está constantemente chamando a atenção de soldados e por consequência, se metendo em brigas desnecessárias. Claro que neste modo, você tem a melhor performance em lutas.
Já como escrava, você consegue infiltrar-se em prédios cheios de soldados ou fazendas escravagistas, quase sem ser notada. Sua habilidade de luta e parkour não é tão ruim, permitindo descer a porrada na galera sem dificuldades.
Por último, como Madame, você consegue seduzir guardas para te deixarem ir aonde quiser ou até mesmo te proteger de ladrões. Lutar não é uma opção interessante neste estilo, mas seu lado investigativo é beneficiado.

Enredo
Liberation corre em uma linha do tempo muito próxima ao Assassin’s Creed 3. Não quero dar spoilers, mas o enredo é com certeza muito rico em detalhes e intrigas. Um ponto diferente é que Liberation não faz parte das memórias de Desmond, protagonista da saga, mas sim algo criado pela Abstergo.

Minha conclusão
A chegada de Liberation nesta versão HD mostrou o respeito e força de vontade da Ubsoft com a série Assassin’s Creed. Deixar Liberation apenas no PS Vita teria sido um infeliz erro e o trabalho de remasterização coloca este jogo como um dos melhores da série.

 

 


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