Trailer do Pantera Negra e suas impressões

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Com um número impressionante de visualizações chegando a 89 milhões somente nas primeiras 24 horas, o trailer de Pantera Negra surpreendeu os fãs da Marvel.
A estréia foi feita no intervalo do jogo final da NBA e parece ter roubado a atenção, pois as pessoas só falavam nisso. Com um elenco predominantemente negro e um orçamento gigantesco em torno desse filme, a Marvel Studios pode ficar contente, pois há apenas críticas positivas ao trailer.
O trailer entrou no ranking de terceiro trailer mais visualizado da Marvel (nas primeiras 24h), ficando atrás apenas de Thor: Ragnarok com 136 milhões de visualizações e Capitão América: Guerra Civil com 94 milhões. O investimento em torno deste filme nos deixa em êxtase e com a expectativa alta quanto a sua qualidade cinematográfica. O breve conhecimento quanto ao roteiro parece nos servir bem.
Mas vamos as primeiras impressões do trailer:
A fotografia foge um pouco do padrão colorido da Marvel, ela é mais azulada, com cores mais frias (muito embora ainda tenha seu colorido vez ou outra), no entanto, não perde qualidade por isso, visualmente tudo é muito bonito, a disposição dos planos parecem casar exatamente com os diálogos, e é visível que grande parte das locações são feitas em CG, não que isso torne o filme ruim, é apenas uma observação.
Observamos também, o retorno de Everett K. Ross (Martin Freeman) que teve sua primeira aparição em Capitão América: Guerra Civil, como o agente da CIA que também é amigo muito próximo do Pantera e no trailer, ele está interrogando ninguém menos que Ulysses Klaw (Andy Serkis) conhecido também como Garra Sônica, porém, conheceremos mais desse personagem no filme também, já que tudo em torno do filme ainda é muito misterioso. Vale lembrar que Klaw matou o pai do Pantera Negra (Chadwick Boseman) nos quadrinhos e em Guerra Civil, forneceu o vibranium para Ultron, embora o filme tenha retratado isso de forma diferente, como um atentado para acusar o Soldade Invernal, porém, podemos esperar algo mais explorando quanto a esse inimigo e também quanto a Killmonger (Michael B. Jordan), que foi o primeiro vilão do Pantera. Na verdade, há uma porrada de vilões perdidos nessa história, precisamos ver agora, qual deles será o principal e qual a conclusão para os outros.
De uma tomada do alto, observamos o quanto a tecnologia é presente em Wakanda, além de termos uma primeira impressão da Royal Talon Fighter, a nave do Pantera Negra. E há também uma tomada rápida porém impressionante da guarda Dora Milaje, composta por mulheres que honestamente, poderiam formar um squad melhor que qualquer grupo B da Marvel. E falando em guarda, vocês notaram que a Danai Gurira está aí? Ela viverá Okoye, membro da guarda pessoal de T’Challa (Pantera Negra), e eu arrisco dizer que quando essa mulher entrar em ação, vai roubar toda a cena para si, afinal, é da Michonne que estamos falando. Esse filme é recheado de mulheres poderosas e grandes lutadoras!

E depois disso, podemos ser sinceros, não é? Pantera Negra tem tudo para ser um dos melhores filmes solos de super-heróis da Marvel e esse elogio não é apenas pelo hype, trata-se de uma análise bem crítica a tudo o que a Marvel Studios tem liberado até agora e claro, ao elenco pesadíssimo que eles trouxeram para a obra. Basta que aguardemos a estréia (que tá beeeem longe) e vocês confiram uma discussão detalhada sobre no Geek Hero, ok? Esperamos vocês nos comentários!

Sinopse Oficial:
“Após os acontecimentos do Capitão América: Guerra Civil, o Rei T’Challa volta a casa da nação africana reclusa e tecnologicamente avançada de Wakanda para servir como o novo líder de seu país. No entanto, T’Challa logo descobre que ele é desafiado pelo trono de facções dentro de seu próprio país. Quando dois inimigos conspiram para destruir Wakanda, o herói conhecido como Pantera Negra deve se juntar ao agente da CIA Everett K. Ross e aos seus membros da Dora Milaje, para evitar que Wakanda seja arrastada para uma guerra mundial.”

Pantera Negra estréia (só) em 15 de Fevereiro de 2018.

 

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Carol Merida

Carol Merida

Consumidora compulsiva de séries e livros. Estudante de Rádio e Tv.