Donkey Kong Country Returns  – O retorno da minha infância

Donkey Kong Country Returns – O retorno da minha infância

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Há mais de um ano comprei um Nintendo 3DS. Sempre gostei de portáteis, e esse me chamou a atenção, ainda mais por saber que existiam vários jogos de franquias que eu idolatrava na minha infância, como Super Mario, Zelda, Pokémon, e, principalmente, Donkey Kong Country.
Quando era criança, tive um Super Nintendo, mas não tive muitos cartuchos (no máximo 8, ou 9), e dois entre eles eram Donkey Kong Country 2 e 3. Esses dois jogos eram inacreditavelmente divertidos. Eu passava horas jogando-os, terminando e tentando conquistar os objetivos, como coletar todas as moedas e etc. Isso não é a toa, são dois jogos clássicos (especialmente o segundo, que facilmente se encontra entre as grandes obras-primas da história dos videogames).
Conforme fui crescendo, tive outros consoles, como o PlayStation 1, 2, Xbox 360. E por mais que eu adore jogar desde então, sempre arrumando tempo e jogos novos para passar o tempo, poucas vezes tive experiências que se assemelhavam àquelas manhãs, noites e dias inteiros de férias na frente do meu velho Super Nintendo, jogando Donkey Kong Country.
Porém, recentemente comprei a versão para o Nintendo 3DS, Donkey Kong Country Returns, adaptada do jogo para Nintendo Wii (console que, infelizmente, não tive).


E toda essa magia estava lá. Os gráficos lindos, a jogabilidade que ultrapassa a excelência, a dificuldade, que por mais que te irrite em alguns momentos, só te faz querer jogar mais e mais. Mas, principalmente, aquele fator nostalgia, que se misturava à novidade. Obviamente, de tanto jogar as versões do SNES (incluindo o primeiro jogo, que eu pegava sempre emprestado com meu vizinho), sabia o jogo inteiro decorado, todas as fases, a maioria dos bônus.
Donkey Kong Country Returns me fez me sentir como uma criança novamente. Pelo menos por alguns instantes, enquanto estou vidrado na telinha do portátil, curtindo várias fases difíceis, divertidas, uma trilha sonora maravilhosa e nostálgica.

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Se as leis da física não permitem que voltemos no tempo, o espírito nostálgico de “Returns” faz com que eu sinta aquela velha alegria e vontade de fazer aquilo que os videogames têm como função primordial: diversão sem limites, e a sensação de que tudo está bem (exceto é claro, se estiver com poucos balõezinhos de vida).

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Equipe Geek Vox

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Doug Oliveira & Rodrigo Maroto. Os Geeks que dão voz ao Geek Vox! OUÇA NOSSO PODCAST EM: http://geekvox.com.br/geek-vox/