Confira alguns indies da BGS.

Confira alguns indies da BGS.

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Alô Geeks,
Rizzato na área pronto para testar alguns joguinhos!

Fiquei mais da metade da visita na BGS desse ano na área dos indies (que segundo a organização está 5x maior!). Eram vários stands pequenos cheios de desenvolvedores mais do que felizes em ficar 15~30 minutos jogando e conversando comigo sobre as criações deles. Vale muito a pena visitá-los! Caso queira ler sobre a feira em geral, vá até meu outro texto.

Infelizmente não consegui conversar nem com metade da galera que estava lá… mas aqui estão os que mais me interessaram.

Horizon Chase

Horizon Chase

Desenvolvedor: Aquiris Game Studio

Porque jogar: é MUITO baseado em Top Gear, inclusive contrataram o mesmo sound designer! O jogo é bem rápido, bonito, com várias pistas e opções de carros.

Ponto fraco: pareceu bem fácil, mas joguei somente duas telas.

O joguinho já está disponível na Apple Store e daqui a pouco chega pra PS4!

My Night Job

my night job

Desenvolvedor: Webcore Games

Porque jogar: o jogo flui bem e tem diversas referências à cultura pop de terros dos anos 80. É bem humorado e os personagens são carismáticos. As mecânicas são criativas.

Ponto fraco: falta um feedback visual melhor quando está apanhando.

Don’t Kill the Knight

Desenvolvedor: Penguin Spot

Porque jogar: é um runner tradicional com visual bem bacana e uma mecânica de “freio” (que faz eles apelidarem o estilo de ~stopper~) que deixa a jogabilidade mais profunda.

Ponto fraco: mesmo com uma mecânica diferente continua sendo mais um runner.

KriaturaZ: o guardião das lendas

Desenvolvedor: Messier

Porque jogar: o projeto é ambicioso. É um jogo de monstros com criaturas do folclore brasileiro com mecânica de batalhas levemente parecidas com pokémon, mas a ideia não para nisso. Eles querem envolver lugares, eventos, marcas, objetos de museus e tudo mais que conseguirem abranger. O jogador então por geolocalização, QRcode ou outro tipo de código ganha bônus, novas criaturas, itens e créditos por visitar, conhecer e fotografar. O projeto ainda envolve um jogo de console com conta vinculada ao mobile, jogo de cartas e de tabuleiro.

Ponto fraco: o protótipo para testar não é nem um pouco animador. O jogo é simplesmente chato e simples demais. Tomara que eles consigam atingir tudo o que estão propondo para o projeto, porque o potencial é grande.

Get Over Here

Get over here

Desenvolvedor: Reload Game Studio

Porque jogar: ótimo party game! As mecânicas são simples, aceita até quatro jogadores locais e os personagens são engraçados. Fácil de ensinar para qualquer amigo que vá te visitar e pode oferecer algumas horas de diversão para a galera.

Ponto fraco: eu gostaria que o botão de ataque respondesse um pouquinho melhor.

O jogo já está disponível na steam e logo chega ao PS4!

Da Wolves

Desenvolvedor: Reload Game Studio

Porque jogar: ok, é oficial. Eu estou apaixonado por esse jogo! É um bullet hell onde você, ao destruir a nave inimiga, incorpora as partes dela na sua própria nave. É uma mecânica muito maneira para um dos meus estilos de jogo favorito! Eu tive o prazer de jogar o alpha do alpha com o responsável pela arte do jogo e deixei o cara até sem graça de tanto elogio, hahahaha. Os design dos personagens me lembrou bastante Kill La Kill (um dos melhores animes disponíveis no Net Flix). Ainda demora um pouco para lançar, mas sem dúvida ficarei de olho.

Ponto fraco: o jogo ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento, ainda não dá para criticar. Tudo que eu pontuei para o desenvolvedor que não tinha gostado ele avisou que ainda receberia ajustes.

Aritana

Desenvolvedor: Duaik

Porque jogar: é um game de plataforma totalmente focado na cultura indígena brasileira. A jogabilidade é super fluida e o controle responde muito bem. Visual bacana e bastante variedade de itens e movimentos.

Ponto fraco: se tirar a questão indígena o jogo é genérico.

MAAAAAS não foi só isso que fiz com a galera da Duaik. Eles também estavam com uma demo desenvolvida para o Oculus Rift! Foi a primeira vez que tive a oportunidade de usar o aparelho e posso dizer que realmente parece o futuro dos games. A experiência foi incrível! É muito imersivo a ponto de você desviar de coisas por instinto ou até esticar a mão para tocar em objetos. Não tem nem como comparar com o 3D que temos hoje no cinema.

Rizzato desligando.

About author
Edison Rizzato

Edison Rizzato

Geek amante de música, games e esportes, toca Ukulele, joga League of Legends e assiste NBA e NFL compulsivamente. Entre seus feitos: já matou um dragão na porrada, tocou em bandas e jogou futebol americano na praia.