Hey List! Especial – Jogos que marcaram a vida do Geek Vox

Hey List! Especial – Jogos que marcaram a vida do Geek Vox

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Se vocês usam o Facebook diariamente perceberam que de uns tempos pra cá começou uma corrente de “10 coisas que marcaram a sua vida“, a corrente varia de livros, jogos ou qualquer outra coisa que a galera possa inventar. O Luciano Julio do Nerd Week decidiu mudar um pouco essa corrente e trazer ela para os Blogs, ele fez a lista dos 10 jogos que marcaram a vida dele e desafiou nós do Geek Vox a fazer o mesmo. Porém como o Geek Vox é uma (grande) família, se fizéssemos  um post com 10 jogos que marcaram a vida de todos os colaboradores, seria um post gigante, mas se eu fizesse um post com jogos que marcaram só a minha vida, seria injusto. Então cada colaborador citou 1 jogo que fez parte da sua vida e juntamos os 11 (porque a gente pode) como você pode ver abaixo junto com o nome de quem citou.

Os 11 jogos que marcaram a vida do Geek Vox são:

1 – 007 GoldenEye (Baku)

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Ahhhhhhh esse jogo, ele foi culpado por muitas vezes minhas economias semanais sumirem em apenas um sábado, quantas e quantas vezes juntava moedas a semana inteira pra depois juntar mais 3 amigos (que também juntavam moedas no decorrer da semana) e ir na locadora jogar o sábado inteiro esse jogo, a locadora parecia um portal do tempo, você entrava de dia, sol brilhando, quando você se dava conta já estava a noite e o comércio todo fechando, acho que foi a ultima vez que eu me diverti de verdade jogando um FPS, perdia, ganhava, dava risada e raramente (quase nunca) passava raiva porque alguém ficava te matando ou era melhor que você. Esse jogo brilhante que não era pra ter multiplayer, seja lá quem foi o gênio que teve a ideia de adicionar escondido dos diretores o multiplayer nesse jogo, por sua culpa (coragem) o jogo foi esse sucesso, bons tempos.

2 – Pokémon Red (Felipe Pocchini)

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O jogo que mais joguei na vida e jogo até hoje. Tem um GameBoy Micro na minha mesa com uma versão de Fire Red e um GameBoy Pocket na gaveta com Pokémon Red. Não só pela nostalgia, mas é que gosto muito desse trem mesmo!!!

3 – Bioshock Infinite (Tainá Costa)

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Depois de ficar uns belos três anos, estudando e fazendo estágio, com total abstinência de jogos viciantes, que te fazem ficar 20h jogando direto, resolvi voltar a essa vida. Comprei vários jogos mas nenhum deles me fez ficar com os olhos brilhando como o Bioshock Infinite. Ou seja, foi o primeiro jogo que eu terminei depois de 3 anos! A minha relação com o jogo foi de amar o controle do vídeo game de novo e me inteirar nas tecnologias dos games. Bioshock Infinite me fez literalmente voltar a gostar de ir na lojinha de games. Claro que o jogo ser quase que perfeito, com uma história incrível, uma trilha sonora maravilhosa e um final que me fez explodir a mente, ajudou bastante.

4 – Chrono Trigger (Rodrygo Tanaka)

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Esse foi o primeiro jogo que eu joguei que realmente tinha uma história, não era mais um jogo de plataforma cujo único objetivo era sair pulando barreiras. Eu mergulhei tão fundo no enredo que cheguei a chorar em determinados pontos do jogo. Eu ainda pego esse jogo de vez em quando pois como cada ação gera pequenas mudanças eu acredito que ainda não consegui ver tudo. Também não posso esquecer da arte feita pela Equipe dos Sonhos (Hinobu Sakaguchi, Kazuki Aoki, Nobuo Uematsu de Final Fantasy; Yuji Horii de Dragon Quest; e Akira Toriyama de Dragon Ball) e da trilha sonora que eu escuto de vez em quando para dormir.

5 – Super Mario World (Leonardo Oliveira)

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O primeiro jogo que zerei. Tudo serviu de muita influência para a formação do meu gosto por games, desde a jogabilidade fantástica até a trilha sensacional, que por várias vezes se tornou meu toque de celular. O game que me proporcionou mais horas de diversão. Meu jogo favorito de todos os tempos.

6 – Sonic, the Hedgehog (Nivia Fernandes)

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Foi o primeiro game que joguei! Ganhei um Mega Drive do meu pai e passava horas jogando depois de fazer a lição de casa e antes da novela da mãe, naquele tempo em que havia a chave comutadora de video game… Ela desligava do jogo sem dó. rs Mas consegui zerá-lo várias vezes, além de ser a porta pra jogar outras coisas e pegar gosto por fliperama também. Eu não tinha acesso a revistas e dicas para passar as fases, então realmente foi muito bom descobrir sozinha como chegar no final. Adorava as fases mais robóticas, e o Robotnik era mesmo um bicho doido… rs

7 – Red Dead Redemption (Eduardo Ferreira)

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Sempre fui um jogador casual. Nunca terminava os jogos e nunca me preocupei com isso, preferia me divertir enquanto jogava do que batalhar para chegar ao final. Mas ai conheci os podcasts, e com eles podcasts especializados em games. Após ouvir alguns, decidi comprar um PS3 e um dos primeiros jogos que peguei foi Red Dead Redemption. Peguei meio sem saber se ia gostar (pois não gostava de jogos mundo aberto, eu me desviava muito fácil da missão). Mas cara. Esse jogo me surpreendeu de tantas formas que eu não conseguia desligar o console por horas. Seja porque estava preocupado com a Bonnie ou porque tinha alguns bandidos na estrada ou até mesmo porque algum maluco tinha me pedido um favor. Minha experiência com esse jogo foi tão intensa que não hesito em afirmar que esse é o melhor jogo de minha vida. A personalidade forte dos personagens, o objetivo de Marshall (encontrar a família), a forma como ele é manipulado e aquele final bombástico… cara, esse jogo é demais. Acho que vou jogar ele mais um pouco e depois falo mais dele. Abraços.

8 – The Legend of Zelda: Majora’s Mask (Doug)

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Após a grande jornada que foi o Ocarina of Time, que fez eu enxergar game como algo a mais que simples diversão, ganhei de aniversário o Majora’s Mask onde o mundo real já não fazia mais sentido. Todos os dias me refugiava em Termina, o mundo do jogo (bem parecido com a Hyrule do OOT), o sistema de sidequests era totalmente inovador pra época, contando até com um caderninho onde você ia “anotando” as pessoas, seus problemas e as soluções que você ia ajudando a encontrar.
A história principal é bem mais tensa que a de OOT, não digo que é melhor, mas é diferente de tudo que eu já havia imaginado e jogado: A lua vai cair na terra em 3 dias. Esse fato inexorável te acompanha durante toda a aventura, afinal, você olha pra cima e vê, além de um lindo céu estrelado, a lua amaldiçoada e gigantesca, ficando cada vez mais próxima a medida que as horas passam. Essa tensão é algo que nunca mais senti em um jogo, você está mergulhado numa fantasia viciante e todos os personagens do jogo estão cientes da proximidade do fim. A sua relação com esses personagens é o que faz o jogo ir além da história principal, dos puzzles e problemáticas que envolvem os 3 dias para o fim do mundo. As pessoas reagem cada um a sua forma com a catástrofe eminente, por exemplo, em um dos casos, um casal, que não tinha seu relacionamento aprovado pelos pais, casa-se secretamente nas últimas horas do último dia, escondidos numa casa – fugiram para concretizar seu sonho antes de tudo acabar.
Todos os personagens do jogo, se você realmente se envolver com as sidequests, irão deixar saudades e lhe agradecerão no final do jogo e muito além dele ser desligado – Deixando uma lição de vida de como precisamos chegar perto do fim para realmente darmos valor às coisas boas que nos cercam.

9 – Mass Effect 2 (Rizzato)

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Foi a história que mais me envolveu, em um cenário que está entre meus prediletos. Uma ótima mistura de space ópera com ficção científica, filosofia e um gameplay fluido de RPG com FPS. O replay do jogo é bom, graças as várias classes que você pode seguir, e a ilusão de escolha faz o jogo ser emocionante. Além de ter os melhores NPCs que já tive o prazer de dividir uma nave.

10 – World of Warcraft (Nanni)

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No final de 2005, através da indicação de meu primo, conheci o MMO World of Warcraft da Blizzard. Ainda na sua primeira versão do lançamento em 2004.

Este jogo mudou diversas coisas na minha vida e algumas delas irei citar agora para vocês:

  • Pagar para jogar: Sempre fui do time da pirataria e o WOW me dava tanta coisa em troca de uma mensalidade baixa, que eu achava até barato pagar para jogar. Isso reflete em mim até hoje.
  • Amizades: Fiz muitas amizades por causa do jogo. Conheci pessoas do Brasil inteiro e de alguns lugares do mundo. Algumas dessas amizades existem até hoje e muitas delas eu nunca vi as pessoas pessoalmente.
  • Diminuição do nível populacional brasileiro: Sim, devido ao WOW, não tenho mais 3 ou 4 filhos hoje.
  • Trabalho em equipe: Parece ridículo, mas poderia colocar em meu currículo “Gestão de pessoas e bom trabalho em equipe graças as organizações de raids e pela função de GM de uma guilda dentro do WOW.” Quem jogou sabe.

Enfim, podia citar mais uma tonelada de coisas, mas isso já deu para dar uma ideia do porque WOW foi e ainda é o jogo da minha vida!

11 – Resident Evil 2 (Maroto)

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Resident Evil 2 me remete a lembranças de uma época em que eu, meu irmão e primos passávamos madrugadas acordados jogando este game com o auxílio de revistas de detonados. Por ser o mais novo no grupo, eu não tinha a permissão de jogar, então era o co-piloto, indicando os passos que deveriam ser seguidos e os perigos à frente. Claro que para sacanear eu não falava de todos os perigos, o que rendia bons sustos.
Durante a tarde, sem a presença dos familiares, eu jogava sozinho e depois de sofrer um pouco, consegui finalizar o game por conta, o que me rendeu uma incrível sensação de vitória.

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Sintam-se a vontade para deixar a lista dos 10 jogos que marcaram a vida de vocês ai nos comentários. :3

E como o desafio pede para indicarmos outras vítimas para fazerem o mesmo, fica ai a indicação do Geek Vox:

Renegados Cast
Invasão Nerd
The Pink Geeks

Vamos lá ein, quero ver todo mundo fazendo, inclusive vocês três ai de cima. 😀

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Equipe Geek Vox

Doug Oliveira & Rodrigo Maroto. Os Geeks que dão voz ao Geek Vox! OUÇA NOSSO PODCAST EM: http://geekvox.com.br/geek-vox/